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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 19h32.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 14/08 às 19h34min

Dólar avança ante rivais, com fala de Dudley, do Fed, e geopolítica no radar

O dólar apresentou alta ante outras moedas fortes nesta segunda-feira (14), em um movimento de recuperação da queda registrada na semana passada, após o agravamento das tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte. Contribuíram, também, para o movimento comentários do presidente da distrital de Nova Iorque do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), William Dudley.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar subia para 109,69 ienes e o euro caía para US$ 1,1787.
Durante o dia, o dólar operou em alta ante outras divisas consideradas fortes, após as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte terem abrandado, além de não haver nenhuma novidade que alimentasse a escalada retórica entre os dois países. Além disso, no fim de semana, integrantes do governo de Donald Trump tentaram acalmar a situação, dizendo que uma guerra contra Pyongyang não é iminente.
Com isso, a moeda americana, que havia perdido terreno ante outras moedas fortes, como o iene, o euro e o franco suíço, na semana passada, passou a avançar, em um movimento de correção.
Comentários de William Dudley contribuíram para a alta do dólar. Em entrevista à Associated Press, o dirigente se disse a favor de uma nova elevação nos juros ainda neste ano e disse que "as expectativas dos participantes do mercado não são razoáveis" em relação ao ritmo de aperto monetário da instituição. Segundo os futuros dos Fed funds, compilados pelo CME Group, as chances de alta nos juros em dezembro passaram de 37,4% na sexta-feira para 46,7% hoje.
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