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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 22h37.

Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Notícia da edição impressa de 15/08/2017. Alterada em 14/08 às 20h51min

Investimentos em software e serviços somam US$ 19 bilhões

Os investimentos em softwares e serviços no Brasil alcançaram a marca de US$ 19 bilhões em 2016, colocando o País na 9ª posição no ranking mundial. Quando avaliados separadamente, o mercado doméstico de software obteve um crescimento de 0,2%, em relação a 2015, com US$ 8,475 bilhões. Já o de serviços registrou um aumento de 2%, com um total de US$ 10,227 bilhões.
O setor da economia que mais investiu em software foi o de Serviços e Telecomunicações. Foram US$ 2,5 bilhões e crescimento de 3,6%, em relação ao ano anterior. Já o que mais reduziu investimentos foi o de Finanças, com queda de 2,9% - ainda assim, esse segmento é responsável por 24,5% da participação do mercado frente a 26,6% de Serviços e Telecomunicações. A agroindústria apresentou redução de 1,5%e, mas a colheita recorde de grãos prevista para 2017 deve reverter esse quadro neste ano.
Os dados fazem parte do estudo anual Mercado Brasileiro de Software - Panoramas e Tendências, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) em parceria com o IDC. Pela primeira vez, o levantamento traz a análise e evolução percentual de utilização das três principais tendências do setor de Tecnologia da Informação (TI): computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e Big Data.
Em 2016, o mercado de computação em nuvem expandiu 47,4%, tendo como base os dois principais serviços do setor: Software as a Service (SaaS) e Platform as a Service (PaaS). Os investimentos nesse tipo de licenciamento passaram de US$ 506 milhões, em 2015, para US$ 746 milhões no ano seguinte.
Outro destaque é a ampla expansão da Internet das Coisas (IoT), que apresentou crescimento de 27,8% e atingiu investimentos de US$ 6 bilhões. No Brasil, os principais casos de uso estão em monitoramento de frota, com US$ 856 milhões, seguido por Smart Grid, com US$ 631 milhões. "A IoT está intrinsecamente conectada com a reinvenção dos negócios como conhecemos hoje. Esse é um tema tão relevante que há discussões no governo para identificar áreas em que o Brasil pode se destacar dentro de IoT e, com isso, poder estabelecer formas de apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação", comenta o presidente do conselho da Abes, Jorge Sukarie.
Na outra ponta desse processo está a análise dos dados. Apesar do crescimento de Big Data e Analytics seguir em velocidade mais lenta com aumento de 3,2%, somou US$ 809 milhões, em 2016.
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