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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 11h17.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 14/08 às 11h18min

De olho no mercado externo, Bovespa renova máxima e ignora debate fiscal

A influência positiva dos índices acionários no exterior prevalece nesse início de pregão no Brasil. A Bovespa abriu estável, sem direção clara, e minutos depois o Ibovespa marcava mínima, em queda de 0,20% aos 67.226 pontos.
"O que fez e ainda pode fazer a Bolsa cair hoje é o noticiário doméstico. O exterior está positivo. A discussão sobre a meta fiscal para esse ano e os próximos preocupa", afirma um profissional de renda variável.
Por volta das 10h50min, o Ibovespa renovava a pontuação máxima, o que confirmava que os agentes do mercado simplesmente ignoram o mal estar com o debate fiscal no Brasil.
O indicador acompanha diretamente a alta em Nova Iorque - Dow Jones e S&P500 em franca recuperação de preços - e passou a ser favorecido pela manhã pela alta do petróleo.
Às 10h40min, o índice brasileiro subia 0,77% aos 67.884 pontos, nova máxima. Dow Jones avançava 0,55%. S&P500, +0,79%. O WTI para setembro subia 0,37%, depois de ficar em queda a maior parte da sessão até agora.
Diante da valorização do petróleo, as ações da Petrobras firmaram-se em alta, depois da abertura negativa. A mesma virada é observada nos papéis da Vale.
O presidente da mineradora, Fabio Schvartsman, afirmou em teleconferência com analistas na manhã desta segunda-feira que a companhia dará continuidade ao seu processo de reestruturação societária com a incorporação da Valepar e a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para a eleição de conselheiros independentes por seus acionistas em meados de outubro.
Após atingir um porcentual equivalente a 84,4% de conversão suas ações preferenciais (PNA) em ordinárias (ON) na última sexta-feira, a empresa pretende acelerar a migração para o Novo Mercado, mas ainda estuda alternativas para a base remanescente de preferencialistas.
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