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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 10h07.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 14/08 às 10h11min

Taxas futuras de juros sobem à espera de metas fiscais para 2017 e 2018

À espera dos anúncios de novas metas fiscais para 2017 e 2018 e de cortes de gastos pelo governo brasileiro, os juros futuros se ajustavam em alta na manhã desta segunda-feira (14) após se enfraquecerem na esteira do dólar ante o real mais cedo. A moeda americana oscilava sem direção única, refletindo ajustes ao fechamento anterior.
Antes da abertura dos negócios, a Pesquisa Focus trouxe uma revisão para cima na inflação estimada este ano. O IPCA para 2017 subiu de 3,45% para 3,50%. Ainda assim, os economistas do mercado financeiro seguem projetando um novo corte de 1 ponto porcentual da Selic em setembro, de 9,25% para 8,25% ao ano.
Na semana passada, eles estavam divididos entre um novo corte de 1 ponto e uma redução de 0,75 ponto. A abertura dos dados mostra ainda que a mediana da Selic em setembro está em 8,25% ao ano. Para outubro, a projeção é de corte de 0,50 ponto porcentual e, para dezembro, de redução de 0,25 ponto porcentual. Assim, a Selic encerraria o ano em 7,50% ao ano.
Às 9h36min desta segunda, o DI para janeiro de 2019 estava a 8,11%, de 8,06% no ajuste de sexta-feira (11). O DI para janeiro de 2020 a 8,84%, de 8,81% no ajuste de sexta. Já o DI para janeiro de 2021 estava a 9,44%, de 9,39% no ajuste anterior. O dólar à vista subia 0,35% neste mesmo horário, aos R$ 3,1898. O dólar futuro de setembro caía 0,12%, aos R$ 3,2015.
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