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Porto Alegre, sexta-feira, 04 de agosto de 2017. Atualizado às 08h20.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 04/08 às 08h23min

Petróleo opera em queda, em meio a temores sobre excesso de oferta

O petróleo opera em queda na manhã desta sexta-feira (4), com investidores novamente preocupados com o fato de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) não consegue controlar o mercado da commodity para resolver o quadro de excesso de oferta.
Às 7h55min (de Brasília), o petróleo WTI para setembro caía 0,96%, a US$ 48,56 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro recuava 0,85%, a US$ 51,57 o barril, na ICE.
Os investidores aguardam uma reunião no início da próxima semana da Opep em Abu Dabi, onde o principal tópico deve ser o nível de cumprimento do acordo para reduzir a oferta. Dados preliminares têm mostrado que a produção do cartel continuou a aumentar em julho.
"Eu não esperaria muito além das platitudes normais", afirmou Tom Pugh, economista de commodities da Capital Economics, segundo o qual todos os membros devem enfatizar a necessidade de que se cumpra o acordo. Pugh disse, porém, que os investidores devem esperar por declarações mais duras da Arábia Saudita, maior exportador do mundo, sobre o nível fraco de cumprimento da iniciativa pelo Iraque e pelos Emirados Árabes. Segundo o analista, os investidores também devem esperar que a Líbia se una à Nigéria para limitar sua produção. Os dois países foram deixados de fora na versão original do acordo.
Os integrantes da Opep e dez países de fora do cartel, como a Rússia, concordaram em novembro e dezembro em limitar a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia, em comparação com os níveis de outubro de 2016. A meta era acabar com o excesso de oferta que mantém os preços fracos, mas o mercado continuou sem muito impulso, em parte porque a produção dos EUA continuou a aumentar.
Os preços do petróleo vinham com viés positivo nos últimos dias, mas no fim da quinta-feira perderam força. Os preços do Brent não conseguiram novamente superar a marca de US$ 53 o barril, o que pode levar a algumas reações negativas no mercado, segundo Eugen Weinberg, diretor de pesquisas em commodities do Commerzbank.
O mercado aguarda também o dado de poços e plataformas em atividade nos EUA, que a Baker Hughes divulga às 14h.
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