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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de agosto de 2017. Atualizado às 22h50.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 04/08/2017. Alterada em 03/08 às 21h35min

Após cinco altas, Ibovespa cai 0,53%

Depois de emplacar cinco altas consecutivas e de encostar nos patamares pré-crise política, o Índice Bovespa sucumbiu a uma correção e fechou em queda de 0,53%, aos 66.777 pontos, nesta quinta-feira. Os gatilhos que deflagraram a correção, segundo profissionais do mercado, foram o viés negativo do mercado internacional e a consumação da vitória de Michel Temer na Câmara dos Deputados, que ontem rejeitou a denúncia por corrupção passiva que ameaçava seu mandato. Embora a repercussão da votação tenha sido essencialmente positiva, o mercado voltou ter dúvidas quanto à possibilidade de avanço da reforma da Previdência neste ano. O volume de negócios somou R$ 6,9 bilhões.
O Ibovespa abriu em terreno positivo e chegou a subir 0,18% (67.256 pontos), mas inverteu o sinal diante da abertura negativa das bolsas de Nova Iorque. A tendência de baixa se acelerou à tarde, com a deterioração dos preços do petróleo, que levaram as ações da Petrobras a aprofundar a queda com que já operavam. Os papéis da estatal, que haviam sido destaque de alta na véspera, terminaram o dia com perdas de 1,50% (ON) e de 1,48% (PN). Vale ON e PNA caíram 1,38% e 1,04%, respectivamente.
O placar da vitória de Temer na Câmara (263 X 227 votos) ficou aquém das estimativas mais otimistas, que previam perto de 300 votos a seu favor. A votação também mostrou divisão entre partidos, inclusive dentro da base governista. Analistas se dividiram quanto à leitura do placar, considerado uma espécie de prévia do que poderia ser o apoio à reforma da Previdência. De todo modo, a permanência de Temer foi considerada positiva por indicar menor chance de turbulência política à frente.
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