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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de agosto de 2017. Atualizado às 00h45.

Jornal do Comércio

Economia

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Bancos

Notícia da edição impressa de 03/08/2017. Alterada em 02/08 às 21h38min

Bndes atua no combate a distorções, diz Rebello

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), Paulo Rabello de Castro, afirmou ontem que o banco de fomento atua hoje como um elemento de compensação a "distorções da economia brasileira". Durante evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ele considerou que essas distorções são "uma carga tributária inviável e juros estruturalmente fora do lugar".
Rabello avaliou que o Brasil passa por um momento em que se debate a necessidade de um banco de fomento. "Aos 65 anos de idade, o banco está pronto para sua aposentadoria ou sua própria reciclagem", disse. "O banco tem, sim, proposta para viver essa segunda juventude", acrescentou.
O presidente do Bndes teceu ainda comentários sobre a desaceleração da inflação e avaliou que a deflação detectada em alguns segmentos da economia é um reflexo da "desidratação do poder de compra" das famílias.
Ao destacar a importância da recuperação do poder de compra no Brasil, Rabello avaliou que o governo do presidente Michel Temer irá tomar medidas com impacto favorável, dentre as quais destacou o início de uma discussão sobre a simplificação tributária. "Imagino que poderá ocorrer ao lado da discussão sobre reforma da Previdência, que a gente possa pela primeira vez colocar para sociedade o debate de redução do manicômio tributário", concluiu Rabello.

Discussão da TLP é inoportuna, critica Paulo Skaf

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, criticou o andamento da discussão a respeito da medida provisória que cria a Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituirá a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) nos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes).
Durante evento com a presença do presidente do Bndes, Paulo Rabello de Castro, Skaf afirmou que o debate sobre a TLP é inoportuno, uma vez em que o País está envolvido na discussão de reformas estruturais. Ele considerou que o debate da TLP não deveria ser prioridade porque não há urgência, dado que os efeitos da implementação da nova taxa não serão imediatos. Além disso, considerou que há uma "alta carga" de reformas em debate.
O presidente da Fiesp fez a crítica durante participação num evento sobre financiamento a micro, pequenas e médias empresas. Além de considerar o momento da discussão da TLP inadequado, Skaf considerou que o efeito da mudança para empresários seria pequeno. Ele disse que a taxa de juros efetivamente paga por empresários ainda inclui porcentuais cobrados por bancos que atuam como agentes financeiros.
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