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Porto Alegre, quarta-feira, 02 de agosto de 2017. Atualizado às 00h05.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Notícia da edição impressa de 02/08/2017. Alterada em 01/08 às 22h53min

Indicador da Mastercard apura alta de 1,1% nas compras no 2º trimestre

As vendas totais do varejo cresceram 1,1% no segundo trimestre em relação ao período compreendido de abril a junho do ano passado, segundo o SpendingPulse, indicador de varejo da Mastercard. Esta foi a primeira vez em dois anos que o volume de vendas mostrou expansão no acumulado do segundo trimestre.
Em junho, as vendas cresceram 2,6% em relação ao mesmo mês em 2017. Em maio, na mesma base de comparação, o SpendingPulse já havia registrado crescimento. Setores como supermercados, e móveis e eletrodomésticos cresceram acima das vendas totais; enquanto vestuário, artigos de uso pessoal e doméstico, combustíveis, artigos farmacêuticos, material de construção e restaurantes tiveram desempenho abaixo.
O setor de e-commerce cresceu 18,9% em junho na comparação com o mesmo período do ano anterior, mantendo a forte expansão dos últimos meses. Os setores de móveis, vestuário e eletrônicos tiveram resultados superiores à média do canal de distribuição, enquanto hobby e livraria e artigos farmacêuticos ficaram abaixo do crescimento do canal.
Só na semana que antecedeu o Dia dos Namorados, o comércio registrou um crescimento de 1,2% nas vendas comparativamente ao mesmo período em 2016. Quando analisado por regiões, o Sul e o Sudeste apresentaram crescimento das vendas acima da média, com taxas de expansão de 4% e 3%, respectivamente. No Norte e Nordeste, as vendas cresceram 1,4% e 2,1%, respectivamente, enquanto o Centro-Oeste foi a única região a registrar queda.
"O ambiente econômico ainda se mantém desafiador, com perspectiva de manutenção da alta taxa de desemprego e, consequentemente, a deterioração do crescimento da massa salarial", avaliou o economista-chefe da Mastercard Advisors no Brasil, César Fukushima. Contudo, de acordo com o economista, mesmo com este panorama instável, há uma possibilidade de melhora gradativa no comércio varejista nos próximos meses.
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