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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 16h08.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 01/09/2017. Alterada em 31/08 às 18h34min

Novo IPTU

O valor venal dos imóveis em Porto Alegre, historicamente, não traduz o valor de mercado. Após 26 anos, fazer uma reavaliação me parece justo. Meu apartamento está avaliado em R$ 150 mil para cobrança do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana), mas não vendo ele por menos do que R$ 350 mil, à vista. (Adriano Barcellos, Porto Alegre)
Novo IPTU II
Senhores vereadores e prefeito: aumento do IPTU em Porto Alegre? Como porto-alegrense, digo chega! Não podemos mais aguentar aumento de impostos. Chega! O prefeito, na sua campanha, fez propaganda que não aumentaria impostos. Essa "atualização" da planta do IPTU de Porto Alegre é sim aumento de imposto maquiado e dizemos chega! O IPTU é reajustado todo o ano. Tudo bem que pode ser pela inflação, mas mesmo assim é um índice altíssimo. Quantos salários aumentam anualmente pela inflação? E quem não tem salário fixo? E quem está desempregado? Chega! Querem nos passar esse engodo de que alguns IPTUs irão baixar, e outros, aumentar. Duvido. Temos alíquota de ITBI altíssima, mais alta que a do Rio de Janeiro! Devemos pensar em atrair empresas e não expulsá-las com aumento de taxas. Pensar em agilizar processos, desburocratizar, fazer a economia girar! (Mariano Christini, administrador de empresas)
Privatização do Dmae
O Departamento Municipal de Águas e Esgotos (Dmae) é uma autarquia criada por José Loureiro da Silva, o maior prefeito que Porto Alegre já teve, seguido por outros, também muito bons, bem como, antes dele, Alberto Bins e Otávio Rocha. O atual prefeito, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), tem boas ideias, mas não está sabendo se comunicar com a população, ou não tem assessores capazes disso. O Dmae fazer Parcerias Público-Privadas (PPPs) é possível, mesmo que seja difícil encontrar empresas interessadas. Então, não privatizar o Dmae deveria ser uma mensagem clara do prefeito Marchezan. Ou continuará sendo alvo de uma saraivada de críticas. (Antonio Soares, Porto Alegre)
Partidos políticos
Temos registrados no Brasil 35 partidos; em dezembro de 2015, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixou em 486 mil o número de assinaturas para que um partido pudesse requerer o registro; dos atuais partidos, 26 não possuíam esse número, ou mais, de filiados no mês de julho, conforme dados do TSE. As pessoas assinaram para que eles fossem criados, e não se filiaram; assinam qualquer coisa. Não seria o caso de o registro destes partidos ser cassado pelo TSE? Ficariam apenas nove. Alguns estão mudando o nome, sem a palavra partido. Uns estão utilizando o nome de movimentos surgidos na Europa; outros não. A simples troca de nome faz elas se tornarem pessoas diferentes? (Sergio Oliveira, aposentado, Charqueadas/RS)
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