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Porto Alegre, domingo, 27 de agosto de 2017. Atualizado às 22h33.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 28/08/2017. Alterada em 27/08 às 17h12min

Pampas Safari

Esse horripilante episódio do Pampas Safari está a exigir uma profunda investigação. Parece que o abate puro e simples de 200 cervos (com previsão de outras centenas) é algo admissível pela sociedade. Não é. Sabido que desde 2007 havia problemas de contaminação e o registro de "relatórios mascarados", segundo a superintendente do Ibama, pergunta-se: por que, na época e desde então, além de uma mera interdição (depois levantada), os órgãos ambientais (Ibama e Fepam) não adotaram medidas coercitivas em relação aos sucessores do falecido proprietário? Só agora, diante da tuberculose disseminada, ocorre a opção burocrática de eliminação dos animais. Impõe-se que o Conselho Regional de Veterinária intervenha, assim como o Legislativo e o Judiciário, com responsabilização administrativa e penal. (Caio Lustosa, ex-secretário de Meio Ambiente de Porto Alegre)
Más gestões
Já privatizaram aeroportos, estradas, portos, quebraram a Petrobras, e agora querem privatizar a Eletrobras. E quando não tiver mais empresas e participações do patrimônio nacional para vender ou barganhar, para tapar os buracos e dívidas que os maus políticos e gestores provocaram nos últimos anos? Essas más administrações dos governos, ministros e secretários eleitos ou nomeados politicamente já provaram que o sistema atual de democracia no Brasil faliu. Creio que dos males o menor: devem aprovar o sistema parlamentarista, antes que os ratos e os maus-caracteres roubem o resto e a dignidade do povo brasileiro. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial, Porto Alegre)
Terrorismo
Está claro para as pessoas que, sempre que ocorrer um ato terrorista no mundo, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, o Estado Islâmico (EI) dirá que foi obra sua. Assim, tenha sido ou não o autor, ou seus seguidores, manterá os governos em alerta. É isso que o EI deseja, como vingança. Mas matar crianças e mulheres atropeladas na principal avenida de Barcelona é muita atrocidade. (Paula Machado de Carvalho, São Leopoldo/RS)
Absurdo
O contracheque do juiz Mirko Vincenzo Giannotte, da 6ª Vara de Sinop, no Mato Grosso, tornou-se um símbolo dos privilégios concedidos à elite do funcionalismo público. Giannotte recebeu em julho a fábula de R$ 503.928,79. Isso mesmo: meio milhão de reais entre salários e penduricalhos garantidos por lei. Isso mesmo: garantidos por lei. "Estou dentro da lei e estava recebendo a menos. Cumpro a lei e quero que cumpram comigo", disse Giannotte à imprensa. Mas como? Não existe um teto salarial do funcionalismo público? (Helio Gurovitz, jornalista)
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