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Porto Alegre, quinta-feira, 24 de agosto de 2017. Atualizado às 22h57.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 25/08/2017. Alterada em 24/08 às 20h01min

Getulio Vargas

Mais um aniversário do suicídio do presidente Getulio Vargas. Porto Alegre viveu aquele 24 de agosto de 1954 com tumultos. Grupos ensandecidos incendiaram a rádio Farroupilha, junto ao viaduto da Borges de Medeiros, onde hoje está o hotel Everest. Empastelaram as oficinas do Diário de Notícias, onde hoje está a Galeria Di Primio Beck, na Praça da Alfândega. O governador Ernesto Dornelles, primo de Getulio, não colocou logo a Brigada Militar nas ruas. Somente na tardinha daquele dia, o Exército foi às ruas e houve choques, o pior deles no Bom Fim, com a morte de um manifestante. (Iguer Quadros, Canoas/RS)
Marchezan
A audiência pública unindo ex-prefeitos adversários para atacar Nelson Marchezan Júnior (PSDB) mostra que o poder em nossa cidade foi mantido, durante mais de 20 anos, por uma política salarial invejável e alienada das crises do País. Exceto a gratuidade passagem, de resto, o tema era um só: o corte ou revisão da política salarial. Sobre as entregas ao cidadão, nada se falou. Enquanto isso, a fila de desempregados no Sine dobra a quadra, diariamente. (Gabriel Guimaraens, Porto Alegre)
Marchezan II
Fez bem o prefeito Nelson Marchezan Júnior em ir até Brasília e pedir verbas para obras de saneamento em Porto Alegre. Conseguiu, segundo noticiado, R$ 100 milhões, e a fundo perdido, ou seja, não precisará pagar. Porto Alegre precisa canalizar todos os seus arroios. E terminar o Pisa (Programa Integrado Socioambiental), iniciado na administração anterior. (Walter Aguilar Paranhos, Porto Alegre)
Ministros do STF
Cobrar dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que não tenham relações pessoais ou sejam padrinhos de casamento é uma demasia. Sem a toga, eles são pessoas comuns. A cobrança sobre Gilmar Mendes está sendo demasiada, nesse sentido. (Luiz Carlos M. da Silva)
Futebol
Está difícil acompanhar, mesmo que pela tevê, tantos campeonatos ao mesmo tempo. Jogos às segundas-feiras, quintas e até mesmos sextas-feiras! Aliás, algo bem registrado pelo colunista Carlos Pires de Miranda (Jornal do Comércio, 22/08/2017). Seria mais interessante organizar o calendário por campeonato. Por exemplo, de janeiro a maio, o Brasileirão; de maio a agosto/setembro, a Libertadores; de setembro a dezembro, os campeonatos regionais brasileiros. Como está, é uma sucessão de jogos com um calendário confuso e simultâneo, difícil de ser acompanhado. (Josuel Ferrari, Porto Alegre)
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