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Porto Alegre, quinta-feira, 24 de agosto de 2017. Atualizado às 01h22.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 24/08/2017. Alterada em 23/08 às 18h45min

Combustíveis

Juízes de primeiro grau têm que parar de proibir, em todo o Brasil, o reajuste dos combustíveis. Pela quarta vez, foi revogada liminar. Estão brincando? É tarefa do governo federal atribuir valores aos combustíveis. Olha a confusão que estão trazendo, sem resultado algum. Querem aparecer? (Jair Nepomuceno, Porto Alegre)
Isenção de IPTU
Não entendo como os clubes de futebol e os partidos políticos não pagam o IPTU em Porto Alegre. Pagam fortunas mensais a jogadores e, mais ainda, a treinadores (teve um que passou por aqui recebendo, "apenas", R$ 700 mil por mês), e não podem bancar um simples IPTU, na base de R$ 10 mil por mês? Convenhamos, é uma vergonha. Depois, li que os clubes estão endividados. Coitados. Ora, pelo que pagam, fora da realidade, só podem estar mesmo endividados. (Darvin de Souza Fialho, Porto Alegre)
Agressão a professor
Estudei no então Científico do Colégio Estadual Júlio de Castilhos, no final dos anos de 1950 e início de 1960. Jamais um aluno ousou, minimamente, enfrentar um professor. E alguns eram mulheres, muito competentes, aliás. Agora, batem em professoras na sala de aula. Tem que mandar para alguma instituição correcional esse marginal reincidente, aliás, que agrediu uma professora. Não pode ficar apenas no âmbito do colégio, ou os malfeitores baterão de novo, covardes que são. (Augusto Carlos Reali, Porto Alegre)
Monumento
Depredaram, novamente, o monumento aos contingentes gaúchos do Batalhão Suez, 5º, 13º e 20º, junto à Praça dos Açorianos. Arrancaram o capacete azul, que encima o globo. Por que fazer isso? Na sede da Associação dos Ex-Pracinhas do Batalhão Suez há boinas, camisetas, distintivos e tudo o mais que diga respeito à missão na Faixa de Gaza. Basta ir lá. (Carlos Camboim, ex-integrante do Batalhão Suez)
Militares punidos
No tempo do serviço ativo, fui escrivão e encarregado de vários Inquéritos Policiais Militares (IPM) e nunca fui instruído por nenhum dos meus chefes ou comandantes a aliviar a barra de quem quer que fosse. Como exercia o jornalismo paralelamente ao serviço militar, sempre tive autorização para publicar nos jornais em que escrevia os nomes de condenados em última instância por crimes praticados, ainda que fossem oficiais de alta patente. Nunca vou esquecer de civis e militares condenados pela Auditoria Militar de Bagé, por falcatruas junto a fornecedores, cujos nomes eu divulguei na íntegra na centenária Gazeta de Alegrete, sendo, por isso, cumprimentado pelo comandante do Batalhão em que servia, observando que com isso estávamos alertando os civis de que na instituição militar não existe lugar para desonestos. (Lino Tavares, jornalista)
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