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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de julho de 2017. Atualizado às 00h03.

Jornal do Comércio

Política

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Protestos

Notícia da edição impressa de 27/07/2017. Alterada em 26/07 às 22h18min

Sem terra invadem as fazendas de Eike Batista em Minas Gerais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu ontem fazendas ligadas ao empresário Eike Batista. As invasões fazem parte da Jornada pela Reforma Agrária, na qual a entidade iniciou uma estratégia de ações em terras de políticos e empresários que enfrentam acusações de corrupção.
Há ocupações de fazendas e órgãos públicos em 12 estados, incluindo propriedades do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT); de Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol); e do coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente Michel Temer (PMDB).
Na madrugada de  ontem, famílias de sem-terra invadiram um complexo de fazendas com 700 hectares em São Joaquim de Bicas (MG) que pertence à MMX, empresa de mineração de Eike. Cerca de 200 famílias participam da ação.
O empresário enfrenta acusações de ter pago propina ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) e chegou a ficar preso por três meses no complexo penitenciário de Bangu - desde maio, cumpre prisão domiciliar.
Segundo o MST, a fazenda "está devastada pela degradação ambiental" e as atividades da mineradora "podem acarretar uma crise do abastecimento de água" na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
 

Coronel aposentado amigo de Temer cobra R$ 505 mil do MST na Justiça

Amigo do presidente Michel Temer (PMDB), o coronel aposentado da PM João Baptista Lima Filho cobra na Justiça R$ 505 mil de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) por supostos prejuízos que teve com a ação do movimento em sua fazenda no interior de São Paulo em 2016. A propriedade, que fica em Duartina (a 370 quilômetros de São Paulo), voltou a ser invadida pelo MST na terça-feira.
Lima Filho, que está sendo investigado em desdobramento da delação da JBS, apresentou queixa-crime contra três membros do movimento que participaram da ação no ano passado e que diz ter identificado. A Justiça aceitou e recebeu a ação em junho deste ano.
 
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