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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de julho de 2017. Atualizado às 22h46.

Jornal do Comércio

Política

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Senado

Notícia da edição impressa de 18/07/2017. Alterada em 17/07 às 21h47min

Conselho avalia denúncia contra senadoras em agosto

Na volta do recesso parlamentar - que oficialmente começa hoje e vai até o dia 31 de julho -, uma das pendências que os senadores terão que deliberar é o pedido de reconsideração da denúncia contra o grupo de senadoras de oposição que ocupou a mesa do plenário e impediu, por sete horas, que o presidente, Eunício Oliveira (PMDB-CE), assumisse os trabalhos para a votação da reforma trabalhista.
O pedido em desfavor das senadoras foi protocolado pelo senador José Medeiros (PSD-MT) e outros 14 senadores. No documento, Medeiros solicita a instauração de procedimento disciplinar "para verificação de prática de ato incompatível com a ética e o decoro parlamentar". Para José Medeiros, as senadoras que participaram do ato cometeram "abuso das prerrogativas constitucionais asseguradas aos membros do Congresso Nacional pela Constituição".
O senador também classifica a conduta das colegas de "autoritária, ilegal e abusiva" e sugere que imagens da TV Senado e de outros veículos sejam usadas para identificar os senadores e senadoras que participaram do ato, e que se abra procedimento disciplinar contra eles.
Ao contrário do que fez na análise da representação por quebra de decoro contra Aécio Neves (PSDB-MG), que foi arquivada, desta vez, o presidente do Conselho de Ética, João Alberto Souza (PMDB-MA), já adiantou que, em agosto, reunirá o colegiado para deliberar.
As seis parlamentares envolvidas são Gleisi Hofmann (PT-PR), Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN), Regina Sousa (PT-PI), Ângela Portela (PDT-RR) e Lídice da Mata (PSD-BA).
 
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