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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de julho de 2017. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Patmos

Notícia da edição impressa de 18/07/2017. Alterada em 17/07 às 21h46min

STJ mantém prisão de procurador delatado pela JBS

A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz, decidiu ontem manter a prisão preventiva do procurador da República Ângelo Goulart Villela, investigado a partir das delações da JBS sob a acusação de repassar informações sobre as apurações em troca de vantagens indevidas. Os fatos foram investigados na Operação Patmos, da Polícia Federal, deflagrada em maio.
"É deprimente e lamentável o registro de que um procurador da República, que é pago pelos cofres públicos justamente para fiscalizar e buscar o cumprimento das leis, ao que tudo indica, tenha aceitado suborno para ajudar criminosos, atrapalhando uma complexa investigação criminal, auxiliando uma organização criminosa a se esquivar de suas responsabilidades fiscais e criminais e oferecendo seus serviços para fins escusos", decidiu a ministra.
No pedido de liberdade feito ao STJ, a defesa de Ângelo Goulart alegou que o procurador deve ser solto, porque outros investigados foram beneficiados por habeas corpus concedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Os advogados também alegaram que o empresário Joesley Batista, dono da JBS e delator nas investigações, disse desconhecer promessa de pagamentos mensais de R$ 50 mil para obter informações do procurador.
 
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