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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de julho de 2017. Atualizado às 19h18.

Jornal do Comércio

Política

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Câmara de Porto Alegre

05/07/2017 - 17h30min. Alterada em 05/07 às 19h22min

Confusão marca sessão da Câmara sobre previdência de servidores da Capital

Área em frente ao Plenário Otávio Rocha ficou tomada e foi palco do empurra-empurra

Área em frente ao Plenário Otávio Rocha ficou tomada e foi palco do empurra-empurra


LUIZA DORNELES/DIVULGAÇÃO/JC
Carlos Müller Villela
Uma confusão durante protesto de servidores municipais de Porto Alegre contrários ao aumento da alíquota previdenciária, logo após às 15h30min desta quarta-feira (5),  teve uma pessoa algemada e algumas atendidas no serviço da saúde da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Os atendidos apresentavam ardência nos olhos devido ao efeito do spray de pimenta disparado por integrantes da Guarda Municipal e da segurança privada do Legislativo, ao reagir à pressão de manifestantes que tentaram ingressar nas galerias do plenário pela porta de vidro.
O empurra-empurra ocorreu enquanto os vereadores discutiam o projeto do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB)  para elevar de 11% a 14% a alíquota previdenciária. Quando estourou o confronto entre municipários e Guarda e seguranças, a sessão acabou suspensa pelo presidente Cássio Trogildo (PTB). É a segunda tentativa de levar à votação o projeto. Há duas semanas, a mesma pressão das categorias provocou o adiamento da votação da pauta.
Um conselheiro do Sindicato dos Municipários da Capital (Simpa) foi algemado e, logo depois, liberado na confusão. A vereadora do PSOL, Fernanda Melchionna, levou spray de pimenta no rosto em um dos momentos de maior tensão. Ela saiu do plenário e foi até a porta de vidro que separada o corredor no acesso principal ao plenário. O ingresso estava sendo dosado por senhas e em rodízio de manifestantes. Melchionna tentava mediar uma conversa para reduzir a tensão no local.  
A sessão foi retomada por volta das 16h30min, após negociação liderada pelo vereador Claudio Janta (Solidariedade) e Mônica Leal (PP) para reduzir a quantidade de pessoas nas galerias. Também estão no plenário integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), que tem proximidade com o vereador do Felipe Camozzato (Novo). Após às 18h30min a sessão foi mais uma vez interrompida, quando servidores ligados ao Simpa invadiram o plenário. 
Na impossibilidade de prosseguir com a votação, às 19h15min a sessão foi encerrada em definitivo pelo vereador Valter Nagelstein (PMDB), que presidia a sessão naquele momento.
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