Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 03 de julho de 2017. Atualizado às 22h38.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

crise política

Notícia da edição impressa de 04/07/2017. Alterada em 03/07 às 22h32min

Planalto teme cerco de Janot contra Padilha e Moreira

Com a prisão do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB), chamado de "mensageiro" pelo empresário Joesley Batista, da JBS, o Palácio do Planalto agora se preocupa com possíveis investidas do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sobre os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), e da Secretaria-Geral, Moreira Franco (PMDB).
Investigados na Operação Lava Jato, eles são os auxiliares mais próximos do presidente Michel Temer (PMDB). A Procuradoria-Geral da República (PGR) pode agora tentar acelerar as apurações contra os dois peemedebistas, na avaliação de assessores do Planalto.
Com isso, a prisão de Geddel - um amigo pessoal de Temer há mais de 30 anos - na Operação Cui Bono reacendeu a preocupação com a crise política, uma vez que a semana havia começado em um clima mais "tranquilo", nas palavras de um aliado.
Com as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), na sexta-feira passada, de devolver as funções parlamentares de Aécio Neves (PSDB-MG) ao Senado e soltar o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), o Planalto avaliava que poderia se concentrar nas articulações com a base para ter voto suficiente na Câmara para barrar a denúncia por corrupção passiva apresentada por Janot contra Temer.
Para tentar passar um clima de normalidade, Temer anunciou que vai à reunião do G-20, em Hamburgo (Alemanha), na sexta-feira, para mostrar que o "País não pode parar" - o evento é considerado fundamental pelo governo na agenda da retomada da confiança.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia