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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de julho de 2017. Atualizado às 23h59.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 20/07/2017. Alterada em 19/07 às 20h22min

Perdemos todos

Raul Cohen
As recentes notícias veiculadas nos variados órgãos de comunicação sinalizam, com todas as letras, o desaparelhamento da Polícia Rodoviária Federal no tocante a fiscalização e atuação deste importante órgão nas estradas do nosso País. Inconcebível que a alegada falta de recursos para suprir os custos com combustíveis, e despesas decorrentes destes serviços de fiscalização são considerados num plano secundário, portanto não prioritários. As reduções de recursos comprometem sobremaneira as operações abrindo uma janela para transformar nossas estradas em rotas de fugas, tráfico de armas, drogas, contrabandos e pirataria de produtos ilícitos com riscos iminentes às pessoas e ao Estado brasileiro.
Não queremos cenários similares ao filme "Mad Max". Nossa segurança está atrasada, pouco aparelhada e sem condições de enfrentamento com os criminosos. O que vemos são mais mortes, mais acidentes, mais hospitalizações, portanto mais dor e sofrimento às famílias brasileiras e consequente aumento da criminalidade e dos gastos. O exemplo da Polícia Federal deveria servir de estímulo e norte para ações desafiadoras como é a Lava Jato. O custo do não fazer é o descrédito, o qual não precisamos nem queremos ter. Confiança é a palavra com esperança de dias melhores para o Brasil.
A falta de controle das cargas acima dos limites da legislação com o sobrepeso das mesmas acelera a deterioração das rodovias, ocasionando prejuízos aos usuários no tempo, na segurança e nos custos de sua reparação e dos veículos que nela transitam. Isto implica em onerar os cofres públicos e repercute diretamente na redução de arrecadações. Um alerta às nossas autoridades na gestão da coisa pública para evitar este caos que se avizinha, pois todos perdemos com isso...
Vice-presidente da Associação Comercial/POA
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