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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de julho de 2017. Atualizado às 17h43.

Jornal do Comércio

Internacional

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Relações Internacionais

Alterada em 27/07 às 17h46min

Putin condena 'insolência' dos EUA após Congresso avançar com sanções

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse hoje, durante uma viagem na Finlândia, que não vai mais tolerar a "insolência" dos Estados Unidos em avançar com novas sanções contra os russos, após a Câmara dos Representantes dos EUA ter aprovado novas restrições, que ainda devem ser endossadas nesta semana pelo Senado. Putin ainda disse que isso forçaria seu país a responder.
"Como vocês sabem, temos sido pressionados, mas em algum momento você tem de responder", disse Putin. "É impossível tolerar eternamente a insolência direta com seu país".
A Câmara dos EUA passou um conjunto de medidas para punir a Rússia após agências de inteligência americanas terem concluído que Moscou tentou interferir nas eleições presidenciais dos EUA no ano passado. A lei também impediria que o presidente Donald Trump afrouxasse as restrições sem aprovação do Congresso. Trump, que já criticou parte do projeto, manifestou ceticismo sobre as alegações de que a Rússia tenha interferido nas eleições.
Não seria fácil para a Rússia responder às sanções por causa do baixo volume de negócios entre os dois países, mas a imprensa russa tem especulado que diplomatas americanos podem ser expulsos do país. "Quando a resposta vier... Como ela vai ser vai depender da versão final da lei que está sendo debatida no Senado", disse Putin.
O russo ainda minimizou as investigações em curso nos EUA sobre a suposta interferência de seu país na eleição em que Trump saiu vitorioso. "Eu não acho que isso seja uma investigação, porque investigações implicam em descobrir a integridade de todas as circunstâncias com estudo, ouvindo todas as partes. O que estamos vendo é um crescimento da histeria anti-Rússia, por causa dos instrumentos 'russofóbicos' na luta política interna", disse Putin. "É lamentável que, enquanto isso, as relações entre Rússia e EUA estejam sendo sacrificadas", completou. 
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