Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 19 de julho de 2017. Atualizado às 00h09.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Estados Unidos

Notícia da edição impressa de 19/07/2017. Alterada em 18/07 às 20h45min

Trump diz que Irã cumpre acordo nuclear, mas amplia sanções

Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconhecer que o Irã "cumpre as condições" do acordo de restrição nuclear, o governo norte-americano anunciou ontem novas sanções ao país. Conforme o Departamento de Estado, as sanções serão implantadas por causa do programa iraniano de mísseis balísticos e pelo "apoio de Teerã a grupos terroristas" no Oriente Médio.
As sanções atingem indivíduos ou entidades que, segundo a Casa Branca, são apoiadores do programa de mísseis de Teerã ou da Guarda Republicana. Trump havia se afastado da promessa de campanha de suspender o acordo nuclear ao anunciar que ele seria mantido, ao menos por ora.
Sob esses termos, Teerã reduziu a produção de material nuclear em troca da suspensão de diversas sanções econômicas. "As condições", segundo um funcionário da Casa Branca, "foram cumpridas, com base em informação de que dispõem os Estados Unidos".
O chanceler iraniano, Mohamad Javad Zarif, afirmou, na segunda-feira, que o governo Trump "envia sinais contraditórios" sobre a vontade dos EUA de manter o acordo nuclear. Desde que o pacto entrou em vigor, em janeiro de 2016, o Executivo norte-americano deve "certificá-lo" a cada 90 dias no Congresso, ou seja, confirmar que Teerã respeita os termos estabelecidos. O governo Trump certificou esse acordo pela primeira vez em abril.

Tivemos diversas vitórias, mas não conseguimos vencer na saúde

Donald Trump, lamentou ontem o fato de que o Partido Republicano não conseguiu aprovar no Senado uma reforma no sistema de saúde, o chamado Obamacare. Segundo Trump, porém, ainda deve haver mudanças nessa área, já que o modelo atual seria insustentável. "Vamos deixar o Obamacare fracassar para, então, os democratas virem para nosso lado", afirmou. "Tivemos diversas vitórias, mas não conseguimos vencer na área da saúde."
O presidente chegou a sugerir aos republicanos que "simplesmente revoguem" o programa e iniciem uma "nova reforma" da saúde. De acordo com Trump, o Obamacare deve ser revogado mesmo sem a aprovação de um programa de saúde que o substitua. "Os republicanos devem simplesmente revogar o falido Obamacare e agora trabalhar em uma nova reforma da saúde", escreveu Trump em sua conta do Twitter. "Nós vamos voltar!"
Trump argumentou que será crucial aprovar o atual sistema de saúde. "Não será tão rápido quanto queríamos, mas isso acontecerá", afirmou. O Partido Republicano tem 52 votos no Senado e o Partido Democrata possui 48 cadeiras. Como alguns membros da situação não endossaram o projeto de lei, porém, ele não avançou.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia