Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 11 de julho de 2017. Atualizado às 09h58.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

venezuela

Alterada em 11/07 às 10h00min

Candidato à Constituinte convocada por Maduro é assassinado

Folhapress
Um candidato à Assembleia Constituinte convocada pelo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi assassinado nesta segunda-feira (10) durante um comício na cidade de Maracay, no Estado de Aragua. Segundo a emissora venezuelana "Telesur", José Luis Rivas, 42, participava de um comício quando "chegaram alguns sujeitos e atiraram". Ele foi atingido por oito tiros.
O Ministério Público venezuelano informou que investigará a morte do candidato em um "incidente no qual também duas pessoas ficaram feridas".
Nesta segunda, forças de segurança e manifestantes protagonizaram novos confrontos em várias cidades do país. Além de Rivas, um jovem de 16 anos também foi morto durante uma manifestação em La Isabelica, no Estado de Carabobo.
Em Caracas, sete militares ficaram feridos na explosão de um artefato lançado por manifestantes durante um confronto. Outros dois soldados foram baleados nas localidades de La Tahona e San Antonio, no Estado de Miranda.
O prefeito de Chacao (leste), Ramón Muchacho, disse à agência de notícias France Presse que ao menos 21 pessoas ficaram feridas nos distúrbios.
Relatório divulgado nesta segunda pela ONG Anistia Internacional diz que a violência policial virou arma para calar a oposição na Venezuela. No domingo (9), a Venezuela completou cem dias de protestos contra Maduro que já deixaram mais de 90 mortos.
Opositores rechaçam a Assembleia Constituinte convocada por Maduro e veem o ato como uma "fraude" do chavismo para proteger "uma ditadura".
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia