Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 02 de julho de 2017. Atualizado às 22h45.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Chile

Notícia da edição impressa de 03/07/2017. Alterada em 02/07 às 22h40min

Ex-presidente Sebastián Piñera vence primárias

O ex-presidente Sebastián Piñera foi o principal vencedor das eleições primárias no Chile, realizadas ontem, derrotando, com 58,4% dos votos, os outros dois pré-candidatos da aliança conservadora, Manuel José Ossandón (28%) e Felipe Kast (15,5%), segundo dados preliminares. A outra vencedora foi a jornalista Beatriz Sánchez, que derrotou, com 69,39% dos votos, o sociólogo Alberto Mayol (30,6%) e deve ser a representante da nova aliança de esquerda, a Frente Ampla, formada recentemente aos moldes do Podemos espanhol e reunindo o apoio de movimentos sociais e estudantis.
Já a aliança governista, a Nueva Mayoría, que substituiu a Concertación, se desfez, e os principais partidos sairão com candidatos próprios, portanto não disputaram as primárias - a atual mandatária, Michelle Bachelet, não pode concorrer porque o Chile não permite reeleição consecutiva. O mais bem posicionado nas pesquisas é o também jornalista Alejandro Guillier, que se firma agora como candidato governista, enquanto o partido democrata-cristão, que deixou a coalizão, sairá com Carolina Goic.
A pesquisa mais recente dava a liderança geral para a eleição presidencial de 19 de novembro para Piñera, com 25% das intenções de voto. Em segundo, vinha Guillier, com 21%, enquanto Sánchez, cuja intenção de voto vinha subindo, estava com 15%; Goic tinha apenas 4%. O voto não é obrigatório no Chile e, caso nenhum dos candidatos obtenha maioria no primeiro turno, se disputará um segundo turno, em 17 de dezembro.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia