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Porto Alegre, terça-feira, 11 de julho de 2017. Atualizado às 18h43.

Jornal do Comércio

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Saúde

Notícia da edição impressa de 12/07/2017. Alterada em 11/07 às 21h03min

Câmara de Porto Alegre discute problemas no financiamento à atenção primária

A Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre promoveu ontem uma reunião para discutir o financiamento à atenção primária à saúde na Capital, que pode ser afetada a partir de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que tramita em Brasília. De acordo com Thiago Frank, representante da Secretaria Municipal da Saúde, o Ministério da Saúde não cadastra novas equipes desde março de 2015, causando grande déficit de profissionais.
"A ausência de médicos também aumentou, pois não temos recebido mais cooperados cubanos, e os brasileiros que fazem parte do programa recusam-se a trabalhar em locais de difícil provimento", acentua Frank. Ele diz que, no momento, há 59 equipes credenciadas, mas que ainda não foram implementadas. O custo total de uma equipe de saúde da família varia entre R$ 35 mil e R$ 40 mil.
O Rio Grande do Sul é um dos nove estados onde há cofinanciamento para atenção primária - na Capital, 66% dos valores necessários são aportados pelo próprio município. A secretaria garante que há interesse em ampliar, até o final da gestão, o percentual de recursos, que passaria de 10% para 25%.
"Sabemos da intenção (do governo federal) de acabar com as farmácias populares e do congelamento de recursos da saúde para os próximos 20 anos. Faltam profissionais, faltam equipamentos, medicamentos e leitos. Se realmente ocorrer o congelamento, como Porto Alegre irá encarar essa realidade?", questionou o vereador Aldacir Oliboni (PT), proponente da sessão.
 
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