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Porto Alegre, domingo, 23 de julho de 2017. Atualizado às 18h24.

Jornal do Comércio

Esportes

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natação

23/07/2017 - 17h04min. Alterada em 23/07 às 18h29min

Brasil volta a brilhar no 4x100m livre e conquista a prata no Mundial

Além da prata, a equipe alcançou o novo recorde sul-americano

Além da prata, a equipe alcançou o novo recorde sul-americano


MARTIN BUREAU/AFP/JC
A equipe brasileira do revezamento 4x100 metros livre masculino fez história neste domingo. Depois de passarem pelas eliminatórias com o melhor tempo, os nadadores brilharam na final e conquistaram a prata no Mundial de Esportes Aquáticos, realizado em Budapeste, na Hungria.
O quarteto formado por Cesar Cielo, Bruno Fratus, Marcelo Chierighini e Gabriel Santos baixou muito o tempo da manhã, de 3min12s34, e marcou na final 3min10s34. Além da prata, a equipe alcançou o novo recorde sul-americano, derrubando uma marca que pertencia à era dos trajes tecnológicos.
Em uma prova disputada até os metros finais, os brasileiros ficaram atrás apenas do quarteto norte-americano, que venceu com o tempo de 3mim10s06. Um pouco mais atrás vieram os húngaros (3min11s99), que completaram o pódio.
"É até inexplicável, é difícil falar. Estou emocionado. Para mim, pessoalmente, é uma grande conquista. Estou treinando há apenas cinco meses e nadei uma prova que não treinei direito, porque estou focado nos 50 metros", disse Cielo, que retorna a uma grande competição depois de não se classificar aos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, à SporTV. "Eles são os caras. Esses aqui são os caras."
O feito também foi muito festejado por Bruno Fratus. "Desde hoje cedo (domingo) estou falando para eles: vamos colocar o Brasil de volta em um lugar onde ele nunca deveria ter saído, no pódio, entre os três melhores do mundo."
Na final deste domingo, Gabriel Santos não teve um início tão forte e terminou em terceiro, atrás da Hungria. Mas Chierighini apertou o ritmo e terminou a segunda passagem na vice-liderança.
Cielo, então, foi à piscina e diminuiu a desvantagem para os norte-americanos. E, na última passagem, Fratus se aproximou ainda mais, mas não conseguiu ultrapassá-los. O feito, no entanto, anuncia que a natação brasileira pode viver um novo momento, depois de não conquistar nenhuma medalha no Rio-2016.
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