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Porto Alegre, sexta-feira, 28 de julho de 2017. Atualizado às 00h13.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado de capitais

Notícia da edição impressa de 28/07/2017. Alterada em 27/07 às 21h16min

Ibovespa registra alta de 0,41% com melhora de expectativa para juros

O mercado brasileiro de ações voltou timidamente às compras nesta quinta-feira e levou o Índice Bovespa a uma alta de 0,41%, aos 65.277 pontos. O tom "dovish" do Banco Central (BC) animou os investidores do mercado de ações - principalmente pela manhã -, mas não chegou a empolgar o mercado, ainda bastante concentrado em operações de curto prazo. O volume de negócios somou R$ 5,9 bilhões.
O Ibovespa chegou a subir 1,03% no início dos negócios (65.677 pontos), sob clara influência da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que, na quarta-feira, cortou a taxa Selic em 1 ponto percentual, para 9,25% ao ano. As projeções dos analistas, quase todas de manutenção do ritmo de corte na próxima reunião do comitê, endossaram a expectativa de maior incentivo ao resultado das empresas.
A prisão de Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, não teve efeito sobre as ações da petrolífera, que acompanharam os ganhos do petróleo e subiram 0,52% (ON) e 0,15% (PN). Já BB ON caiu 0,87%.
O dólar fechou em alta em dia de ajuste, nesta quinta-feira, após a queda acentuada na sessão de ontem, acompanhando o movimento no exterior, pautado ainda por cautela interna diante da questão fiscal do País, com os investidores se preparando para a volta do recesso parlamentar. No mercado à vista, o dólar terminou em alta de 0,29%, aos
R$ 3,1528. O giro financeiro somou US$ 2,07 bilhões.
Após a queda generalizada do dólar na sessão anterior, refletindo a afirmação do Federal Reserve (Fed) de que começará a redução de seu balanço patrimonial "relativamente em breve", o dólar encontrou espaço para subir. Especialistas de mercado atribuíram também a valorização do dólar ao compasso de espera dos investidores com a volta do recesso parlamentar (no dia 1 de agosto) e, em seguida, votação da denúncia contra o presidente Michel Temer no plenário da Câmara, dia 2 de agosto.
Entre os fatores que limitaram a alta da divisa norte-americana esteve o avanço do petróleo, que, em uma semana, já acumula alta superior a 4%, e a vitória do governo ontem em conseguir derrubar a liminar que suspendia o aumento dos tributos sobre os combustíveis.
No mercado futuro, o dólar para agosto subiu 0,46%, aos R$ 3,1550. O volume financeiro movimentado somou
US$ 14,50 bilhões.
 
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