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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de julho de 2017. Atualizado às 16h28.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 27/07 às 16h28min

Petróleo fecha em alta pela quarta sessão consecutiva

O petróleo fechou em alta nesta quinta-feira, após ter oscilado entre altos e baixos durante todo o pregão, encerrando com ganhos pela quarta sessão seguida. O otimismo foi mantido, com os investidores ainda atentos aos estoques de petróleo nos Estados Unidos e ao acordo de redução na oferta da commodity pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e por outros grandes produtores.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para setembro fechou em alta de 0,59%, a US$ 49,04 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo Brent para outubro, que passou a ser o contrato mais líquido, avançou 0,82%, a US$ 51,52 por barril. Foi a primeira vez que o WTI negociado na Nymex alcançou US$ 49 por barril desde 30 de maio.
Na quarta-feira, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos informou que os estoques de petróleo no país caíram mais do que o previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal. Estoques de gasolina e de destilados também registraram baixas, assim como a produção, que recuou na semana passada. Com isso, a commodity ganhou ainda mais força em comparação ao início da semana, quando vinha subindo devido a notícias relacionadas à Opep.
Na segunda-feira, em uma reunião de monitoramento do cartel realizada em São Petersburgo, na Rússia, a Arábia Saudita informou que cortou sua produção de petróleo "bem acima do requerido" no acordo do cartel e o ministro de energia saudita, Khalid al-Falih, comentou que o país limitaria suas exportações em 6,6 milhões de barris por dia e que gostaria que outros países seguissem esse exemplo.
Além disso, a Nigéria, membro da Opep isento do acordo, comprometeu-se a limitar a produção em 1,8 milhão de barris por dia. No entanto, alguns analistas e investidores foram céticos, dizendo que a reunião apenas produziu mais promessas, e não ações concretas. Alguns países, como o Iraque e os Emirados Árabes Unidos, produziram mais do que os limites acordados. E a Nigéria ainda tem espaço, embora curto, para aumentar sua produção antes que ela atinja o limite.
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