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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de julho de 2017. Atualizado às 00h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Varejo

Notícia da edição impressa de 27/07/2017. Alterada em 26/07 às 22h12min

Cenário de incertezas afeta confiança dos varejistas do Rio Grande do Sul, mostra pesquisa

O quadro de incerteza política especialmente no que diz respeito ao andamento das reformas continua repercutindo na confiança dos empresários do setor de varejo, atacado e de serviços do Rio Grande do Sul. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) da Fecomércio-RS, divulgado ontem, apurou um aumento de 10,5% em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo 96,8 pontos. Porém, quando confrontado com junho/2017, houve uma queda de 1,4% - o segundo recuo consecutivo na comparação mensal.
Para o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a confiança se mantém em recuperação apenas quando analisada no longo prazo. "No curto prazo, as incertezas atuais, agravadas pela crise política, acabam afetando a confiança dos empresários, especialmente quando questionados sobre o momento atual da economia", afirma.
O indicador que mede as condições atuais do empresário do comércio (Icaec) cresceu 59,2% na comparação interanual, no entanto, caiu 3,1% em relação a junho/2017. Aos 72,9 pontos, permanece em patamar pessimista e evidencia que a conjuntura econômica ainda está bastante restritiva.
As expectativas dos empresários do comércio (IEEC) permaneceram no campo otimista, atingindo nível de 137,2 pontos, com uma variação positiva de 4,1% em relação a julho/2016. Apesar da alta no confronto anual, na comparação com o mês anterior foi detectada queda em todas as três dimensões analisadas. Mais uma vez, a instabilidade política com reflexos diretos na economia tem contribuído para limitar o crescimento do indicador.
Assim como em meses anteriores, o indicador referente aos investimentos do empresário do comércio (IIEC) encerra com queda na comparação com o mesmo mês de 2016. O recuo foi de 5,9% de julho, aos 80,4 pontos. A piora atingiu também a comparação com o mês anterior (junho/2017), com baixa de 0,7%. Segundo a pesquisa, a fraca situação das vendas acaba refletindo principalmente na contratação de funcionários e na situação atual dos estoques.
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