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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de julho de 2017. Atualizado às 12h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

26/07/2017 - 11h42min. Alterada em 26/07 às 12h07min

Desemprego fica estável na RMPA, com menos pessoas buscando trabalho

Número de pessoas que buscam emprego na RMPA caiu 1,7% em junho

Número de pessoas que buscam emprego na RMPA caiu 1,7% em junho


JONATHAN HECKLER/JC
A taxa de desemprego total na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) apresentou relativa estabilidade no mês passado, passando de 11,1% da População Economicamente Ativa (PEA) em maio para 11,0% em junho. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pela Fundação de Economia e Estatística (FEE).
O número total de desempregados foi estimado em 195 mil pessoas em junho, com queda de 5 mil em relação ao mês anterior em razão da saída de 31 mil pessoas (-1,7%) da força de trabalho, isto é, do grupo de pessoas que estão buscando emprego, ter sido superior à redução da ocupação (-26 mil vagas, ou queda de 1,6%). A taxa de participação diminuiu de 50,6% para 49,7% no período em análise.
Para a economista da FEE Iracema Castelo Branco, a saída de pessoas do mercado de trabalho tem sido a tendência geral desde 2016, o que reduz a pressão para aumento do desemprego. “A parcela de idosos com 60 anos e mais está crescendo e quem pode está optando pela aposentadoria devido ao receio de mudanças na previdência social. Além disso, segue aumentando a proporção de jovens que somente estuda e não participa do mercado de trabalho”, explica.
A taxa de desemprego aberto também ficou praticamente estável, ao passar de 9,8% para 9,6% da PEA no mesmo período. 
Em junho, o nível ocupacional na RMPA decresceu (-1,6%), sendo estimado um contingente de 1.575 mil ocupados. Com referência aos setores de atividade econômica analisados, houve diminuição na construção (-11 mil ocupados, ou -9,0%), no comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (-9 mil ocupados, ou -2,7%) e nos serviços (-9 mil ocupados, ou -1,0%). De forma distinta, ocorreu aumento na indústria de transformação (mais 5 mil ocupados, ou 2,1%).
De abril para maio de 2017, o rendimento médio real aumentou para o total de ocupados (4,4%) e para os assalariados (6,1%) e diminuiu para os trabalhadores autônomos (-1,1%). Em termos monetários, esses rendimentos passaram a corresponder a R$ 1.954, R$ 1.987 e R$ 1.610, respectivamente.
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