Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 22 de julho de 2017. Atualizado às 16h44.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Tributos

22/07/2017 - 16h41min. Alterada em 22/07 às 16h45min

OAB cobra 'profissionalização' do Estado no lugar de mais impostos

Documento entregue por Lamachia (d) alega crime de responsabilidade

Documento entregue por Lamachia (d) alega crime de responsabilidade


FABIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR/JC
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) declarou nesta sexta-feira (21), que é "inaceitável o aumento da carga tributária" e que a medida "explicita a opção do governo de, mais uma vez, transferir para o cidadão a conta dos erros cometidos da condução da máquina pública". O governo federal publicou, nessa sexta, a elevação da alíquota de PIS/Cofins, com reação de setores.
Em nota pública, a entidade máxima da advocacia se volta inclusive contra as emendas milionárias que o governo Michel Temer liberou para deputados aliados. A OAB afirma que a estratégia do governo tem o objetivo de evitar que a denúncia contra Temer por corrupção passiva seja aprovada na Câmara.
"Milhões são gastos para liberar emendas para deputados na tentativa de conseguir votos para barrar a denúncia contra o presidente da República", diz a nota da OAB, subscrita por seu presidente, Claudio Lamachia. A Ordem também aponta para aliados do presidente que ocupam cargos estratégicos no governo. "Ao mesmo tempo, pessoas investigadas por corrupção continuam ocupando cargos públicos, o que indica falta de prudência com a gestão."
"Ao invés de profissionalizar a gestão do Estado e usar com eficiência os recursos já arrecadados, o governo opta por impor aos brasileiros que paguem a fatura da gestão", ataca a OAB. Segundo a entidade, "a carga tributária no País já é desproporcional às contrapartidas recebidas pelos pagadores de impostos". "Essa nova e equivocada medida, que incide sobre os combustíveis, atrapalha todo o sistema produtivo. Para tentar salvar o governo, não é possível sacrificar a sociedade."
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia