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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de julho de 2017. Atualizado às 23h59.

Jornal do Comércio

Economia

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VAREJO

Notícia da edição impressa de 20/07/2017. Alterada em 19/07 às 23h58min

IGP-M recua na 2ª prévia de julho

Custo da mão de obra na construção subiu menos no período

Custo da mão de obra na construção subiu menos no período


/ANTONIO PAZ/arquivo/JC
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) teve queda de 0,71% na segunda prévia de julho, ante redução de 0,61% na segunda prévia de junho. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 19, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula recuo de 2,65% no ano e redução de 1,66% em 12 meses.
A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de julho. O IPA-M, que representa os preços no atacado, recuou 1,14%, após queda de 1,16% na segunda prévia de junho. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou elevação de 0,04% na segunda prévia de julho, depois de uma ligeira alta de 0,01% na mesma leitura de junho. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, apresentou avanço de 0,13% na segunda prévia deste mês, após uma alta de 1,33% na mesma prévia de junho.
O IGP-M é geralmente usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de junho a 10 de julho. No dado fechado do mês passado, o IGP-M teve queda de 0,67%.
Os preços dos produtos agropecuários, medidos pelo IPA Agrícola, recuaram 2,53% no atacado na segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de julho. Na mesma prévia de junho, a queda tinha sido de 1,39%, informou a FGV.
Já os produtos industriais no atacado (IPA Industrial) tiveram redução de 0,66% na segunda prévia de julho, ante recuo de 1,07% na mesma prévia do mês anterior.
Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais diminuíram 1,12% na segunda prévia de julho, após elevação de 0,20% em igual prévia de junho.
Os preços dos bens intermediários tiveram redução de 0,65% na leitura anunciada hoje, após o recuo de 0,20% na segunda prévia do mês passado. Os preços das matérias-primas brutas caíram 1,78%, ante redução de 3,98% na mesma leitura do mês de junho.
A conta de luz voltou a ficar mais cara para o consumidor na segunda prévia de julho do IGP-M. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) subiu 0,04%, ante ligeira alta de 0,01% na segunda prévia de junho.
Quatro das oito classes de despesas tiveram taxas de variação maiores. A principal contribuição para a aceleração do IPC-M partiu do grupo Habitação, que saiu de 0,19% na segunda prévia de junho para 0,41% na segunda prévia de julho, puxado pela tarifa de eletricidade residencial, que passou de alta de 0,08% para aumento de 0,33%.
O custo da mão de obra na construção subiu menos, desacelerando a inflação do setor na segunda prévia de julho do IGP-M. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) subiu 0,13% na segunda prévia de julho, ante uma alta de 1,33% na mesma leitura de junho.
O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços recuou 0,03% na segunda prévia de julho, após uma queda de 0,09% em junho. Já o índice que representa o custo da mão de obra teve elevação de 0,26% na leitura anunciada hoje, ante um avanço de 2,51% na mesma prévia de junho.
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