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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de julho de 2017. Atualizado às 00h09.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 19/07/2017. Alterada em 18/07 às 21h52min

Ibovespa fecha em alta de 0,19%, e dólar cai 0,87%

O Índice Bovespa teve uma sessão de poucas oscilações, que refletiram a escassez de notícias no campo político doméstico e a ausência de parte dos investidores estrangeiros, por conta das férias no Hemisfério Norte. Nesse cenário, as ações oscilaram principalmente ao sabor de influências externas ou do noticiário corporativo. Depois de ter caído até 0,41%, o Ibovespa terminou o dia aos 65.337 pontos, na máxima do dia, em alta de 0,19%. O volume de negócios somou R$ 5,870 bilhões.
O sinal positivo foi garantido à tarde, quando as principais blue chips da Bolsa abandonaram as quedas da manhã. Mais cedo, a alta dos preços do petróleo e do minério de ferro não haviam sido suficientes para garantir a valorização das ações da Petrobras e da Vale. Assim como elas, as ações dos bancos também só passaram a subir no período vespertino. Contribuiu em boa parte para essa melhora o bom desempenho do índice norte-americano Nasdaq, que subiu 0,47%. A alta foi influenciada pelas ações da Netflix, que refletiram o balanço positivo da empresa no segundo trimestre e impulsionaram outros papéis de tecnologia.
No caso do petróleo, a alta do dia respondeu à notícia de que a Arábia Saudita está considerando um corte em suas exportações da matéria-prima, mesmo que os últimos dados tenham mostrado que a tendência de produção nos Estados Unidos é de alta para o ano. Petrobras ON e PN terminaram o dia com altas de 1,12% e 0,39%, respectivamente. As ações da Vale ganharam 0,61% (ON) e 0,18% (PNA).
A temporada de balanços do segundo trimestre de 2017 começa hoje, com a divulgação dos números da Weg, antes da abertura do mercado. Amanhã, será a vez da Localiza, que divulga seus resultados após o fechamento. Com o resultado de hoje, o Ibovespa passa a acumular alta de 3,88% em julho e de 8,49% em 2017.
No mercado à vista, o dólar terminou em baixa de 0,87%, aos R$ 3,1552, na menor cotação desde 17 de maio (R$ 3,1340), quando estourou a crise política com a delação da JBS. O giro financeiro somou US$ 1,19 bilhão. No mercado futuro, o dólar para agosto caiu 0,89%, aos R$ 3,1635. O volume financeiro somou US$ 11,89 bilhões.
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Dólar à vista cai 0,87%

O dólar teve mais um dia de queda ante o real acompanhando o movimento no exterior, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofrer mais um revés no Congresso, reduzindo, assim, as chances dele implementar uma série de reformas prometidas e maiores gastos com infraestrutura e, consequentemente, novos apertos monetários. Um ambiente mais tranquilo internamente devido ao recesso parlamentar também contribuiu para o movimento baixista, assim como a alta do petróleo.
No mercado à vista, o dólar terminou em baixa de 0,87%, aos R$ 3,1552, na menor cotação desde 17 de maio (R$ 3,1340), quando estourou a crise política com a delação da JBS. O giro financeiro somou US$ 1,19 bilhão. No mercado futuro, o dólar para agosto caiu 0,89%, aos R$ 3,1635. O volume financeiro movimentado somou US$ 11,89 bilhões.
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