Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 19 de julho de 2017. Atualizado às 00h09.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Conjuntura

Notícia da edição impressa de 19/07/2017. Alterada em 18/07 às 21h36min

Desembolsos do Bndes caem 16,6% no 1º semestre

Os desembolsos do Bndes, indicador do volume de recursos que o banco efetivamente emprestou, ficaram em R$ 33,4 bilhões no primeiro semestre, uma queda de 16,6% ante o mesmo período de 2016, quando o volume foi de R$ 40,2 bilhões.
O banco registrou quedas de desembolsos em três de quatros áreas econômicas. A exceção ficou na agropecuária, que recebeu R$ 6,8 bilhões de janeiro a junho deste ano, o que representou alta de 3,4% ante o apurado no primeiro semestre de 2016.
A indústria, com R$ 6,9 bilhões, teve queda de 41% no volume de reembolsos nos seis primeiros meses do ano. Infraestrutura teve recuo de 6,4%, ao atingir R$ 12,1 bilhões. Comércio e serviços caíram 12,8% no primeiro semestre, com desembolsos de R$ 7,5 bilhões.
O desembolso é a última ponta do processo de tomada de crédito com o Bndes. A primeira fase, de consultas, que é quando os empresários enviam suas propostas de pedidos de empréstimos, é tido como um termômetro do apetite do empresariado por investimentos. Nesse indicador houve queda de 14,6% no primeiro semestre deste ano ante igual período de 2016 - foram R$ 56,3 bilhões em consulta na primeira metade do ano passado contra R$ 48,1 bilhões agora.
Houve queda também, de 12,6%, nos enquadramentos, que é quando a empresa preenche os pré-requisitos do banco para receber empréstimos daquele tipo de programa. Houve um total de R$ 43,3 bilhões de janeiro a junho deste ano, contra R$ 49,8 bilhões em igual período de 2016.
As aprovações, penúltimo estágio antes da concessão do empréstimo, caíram 26,1%, ao atingirem R$ 32,1 bilhões, contra R$ 43,5 bilhões no primeiro semestre de 2016.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia