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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de julho de 2017. Atualizado às 00h09.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 19/07/2017. Alterada em 18/07 às 20h44min

Assembleia debate ampliação do Susaf

Evento quer encontrar soluções com agentes do governo e agricultores, destaca Pretto

Evento quer encontrar soluções com agentes do governo e agricultores, destaca Pretto


MARCO QUINTANA/MARCO QUINTANA/JC
A Assembleia Legislativa reúne hoje às 9h, no teatro Dante Barone, prefeitos, representantes do governo do Estado, produtores familiares e técnicos agropecuários para discutir os benefícios e os gargalos do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf). Embora a lei que criou o Susaf tenha sido sancionada em 2012, apenas 21 municípios formalizaram a adesão ao sistema, abarcando um total de 34 agroindústrias. Mais de 250 cidades aguardam liberação da Secretaria de Agricultura.
Segundo a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), um dos motivos da demora é a falta de veterinários para fiscalizar as condições sanitárias das agroindústrias. Para tentar solucionar esse problema, a diretoria da Famurs estuda contratar os profissionais para fiscalizarem as agroindústrias, com o aval da pasta da Agricultura.
"O principal objetivo do debate é encontrarmos soluções com os produtores e agentes do governo do Estado para agilizar a adesão de outras cidades. Outros estados já implantaram sistemas semelhantes e já tem muito mais agroindústrias familiares cadastradas", projetou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Edegar Pretto (PT), autor do projeto de lei que originou o Susaf.
As empresas que contam com o selo do sistema podem realizar a comercialização de seus produtos de origem animal além das fronteiras dos seus municípios. "O Susaf viabiliza que o pequeno agricultor venda seus produtos para outros lugares e clientes, como por exemplo uma rede escolar", disse Pretto.
 
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