Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 11 de julho de 2017. Atualizado às 18h43.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Agronegócios

Notícia da edição impressa de 12/07/2017. Alterada em 11/07 às 20h55min

PIB do agronegócio pode cair 0,4% no ano, afirma Cepea

Na avaliação do primeiro trimestre de 2017, estima-se que o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro recue 0,4% no ano, segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, feitos em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). De modo geral, esse resultado foi influenciado pela queda no PIB do segmento industrial no mesmo período, de 9%.
Na agroindústria, tanto para o ramo agrícola quanto para o pecuário, pesquisadores do Cepea destacam a queda de preços reais médios ponderados no segmento, de 4% e 3,3%, respectivamente. Para o caso da indústria pecuária, variações de quantidade de algumas atividades ainda não foram consideradas devido à indisponibilidade de dados.
Já no segmento primário, a expectativa de produção no ramo agrícola segue em alta. No entanto a média de preços real ponderada por segmento recuou 1,4% no ramo agrícola e 1,8% no pecuário, na comparação do primeiro trimestre de 2017 com o de 2016. Essa piora na relação de preços levou à menor expectativa de crescimento da renda do segmento para o ano. Nas lavouras, de modo geral, as condições climáticas avaliadas até o momento têm se mantido favoráveis, o que, aliado a movimentos de expansão de área em culturas de peso relevante no agronegócio, leva a boas perspectivas para as safras de 2017.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia