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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de julho de 2017. Atualizado às 23h54.

Jornal do Comércio

Economia

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Contas Públicas

Notícia da edição impressa de 07/07/2017. Alterada em 06/07 às 23h51min

Governo quer recuperar taxas de imóveis da União

Com o governo buscando recuperar receitas em todas as frentes, o Ministério do Planejamento também terá o seu Refis. A Secretaria do Patrimônio da União (SPU) anunciou o lançamento de um programa de renegociação de dívidas para recuperar os débitos de usuários de imóveis da União. A expectativa da pasta é receber pelo menos R$ 100 milhões em taxas já vencidas referentes a ocupação, foro, laudêmios, entre outros.
"Estamos oferecendo facilidades e melhores condições para que nossos usuários regularizem sua situação. É uma ótima oportunidade para que os devedores quitem suas dívidas", afirmou o secretário do Patrimônio da União, Sidrack Correia, por meio de nota.
Para isso, a SPU está oferecendo um desconto de 50% nas multas de mora para as dívidas vencidas até 31 de dezembro de 2016, desde que os débitos sejam quitados de uma só vez até o fim deste ano. A condição não vale para calotes inscritos na dívida ativa.
Quem não puder realizar o pagamento à vista poderá parcelá-lo em até 60 meses, mas sem abatimento na multa. Essa renegociação começa em 1 de agosto e deverá ser feita diretamente com a Superintendência do Patrimônio da União em cada estado.
De acordo com o Planejamento, a estimativa é de que inadimplência de taxas patrimoniais chegue a 30% dos 180 mil imóveis da União que estão ocupados por particulares. Mais da metade desses bens está localizada no Rio de Janeiro, seguido por Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo, Bahia e Santa Catarina.
A legislação já prevê a isenção de taxas para os ocupantes com renda familiar inferior a cinco salários-mínimos, que usam o imóvel para fins residenciais e não possuem outro imóvel.
O Refis do Planejamento também incluirá os débitos dos contratos de imóveis da extinta Rede Ferroviária Federal S.A. (Rffsa). Nesses casos, a renegociação prevê o parcelamento em até 120 meses. Quem pagar à vista terá descontos de 25% a 65%. Para o pagamento parcelado, os descontos variam de 20% a 60%. "Caso não quitem suas dívidas, os usuários de imóveis da União podem ter seus nomes inscritos no Cadastro de Inadimplentes ou perder o direito ao uso do imóvel", completou o ministério, na nota.
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