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Porto Alegre, terça-feira, 04 de julho de 2017. Atualizado às 22h38.

Jornal do Comércio

Economia

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Inflação

Notícia da edição impressa de 05/07/2017. Alterada em 04/07 às 21h21min

Gestão do Banco Central reduz incerteza sobre futuro do indicador

O chefe adjunto do Departamento de Política Econômica do Banco Central (BC), Renato Baldini, destacou ontem as metas de inflação menores, estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), para os anos de 2019 e 2020. Em entrevista à área de comunicação do próprio BC, Baldini afirmou que os agentes econômicos têm percebido o compromisso da instituição em conter a inflação, o que se reflete nas expectativas de mercado.
"Não se trata de um simples anúncio. O sistema de metas e a comunicação transparente do BC com o público diminuem as incertezas quanto ao futuro da inflação e indicam aos agentes o alvo a ser perseguido", afirmou Baldini.
Na quinta-feira passada, o CMN definiu em 4,25% o centro da meta de inflação para 2019 e em 4,00% a referência para 2020. A margem de tolerância, para ambos os anos, é de 1,5 ponto percentual. No Relatório de Mercado Focus da última segunda-feira, a projeção para 2019 estava exatamente em 4,25%, como vinha sendo registrado há semanas. No caso de 2020, a projeção do Focus foi de 4,25% para 4,00%, com o mercado se ajustando à meta estabelecida pelo CMN.
"À medida que são projetadas taxas de inflação mais baixas para o futuro, o mercado passa a trabalhar com essas expectativas para os seus próprios negócios", pontuou Baldini. "Se os empresários, trabalhadores e a sociedade como um todo acreditam que a inflação terá um nível mais baixo no futuro, isso ajuda de fato a ocorrer."
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