Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 04 de julho de 2017. Atualizado às 21h33.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

COMENTAR | CORRIGIR

Gestão

Notícia da edição impressa de 05/07/2017. Alterada em 04/07 às 21h35min

Mais da metade das pequenas empresas no País é familiar

Ter sócios ou empregados parentes é prática comum, aponta pesquisa

Ter sócios ou empregados parentes é prática comum, aponta pesquisa


CREATIVEART/CREATIVEART/FREEPIK.COM/DIVULGAÇÃO/JC
Ter um membro da família como sócio ou empregado é realidade entre a maioria dos pequenos negócios. De acordo com pesquisa do Sebrae, 52% das micro e pequenas empresas brasileiras podem ser consideradas familiares, ou seja, possuem sócio ou empregado que são parentes. Quanto maior o porte, maior a participação familiar. O levantamento do Sebrae constatou que, de cada 10 empresas de pequeno porte, seis são familiares. Quando a análise é feita entre as microempresas, esse número cai para cinco de cada 10.
"No Brasil, há uma cultura forte de empreendedorismo entre parentes. O importante nessa relação é profissionalizar a gestão empresarial para evitar erros e atritos em família", afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Ele ressalta que é importante separar a vida profissional da pessoal, como não misturar o caixa da empresa com o caixa pessoal; mas, quando a relação é pautada no profissionalismo, o trabalho em família pode ser ainda mais lucrativo.
Ao envolver a família, é preciso remunerar o funcionário parente como um profissional, conforme salário de mercado e a função a ser desempenhada. Além disso, nada de conceder privilégios ao empregado ou sócio só porque é membro familiar. O ideal é cobrar resultados com até mais rigor para dar exemplo aos demais. Sem essas precauções, quem perde é o negócio, que fica menos competitivo.
O presidente do Sebrae destaca que, no mundo globalizado, a concorrência está muito acirrada e os consumidores, cada vez mais exigentes. "Por isso, tanto uma empresa familiar quanto qualquer outra precisa buscar inovação para se tornar competitiva no mercado. Inovar é o caminho para se destacar, mostrar um diferencial e continuar crescendo", enfatiza Domingos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia