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Porto Alegre, domingo, 23 de julho de 2017. Atualizado às 18h30.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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Notícia da edição impressa de 24/07/2017. Alterada em 21/07 às 18h30min

Gestão

Consultor de várias das maiores empresas brasileiras, com sólida experiência como executivo e autor de "Você é do tamanho dos seus sonhos", César Souza volta a escrever sobre estratégia, liderança e gestão em "Você merece uma segunda chance". A obra dá enfoque à virada na carreira profissional, não apenas após um período de turbulência, que coloca em xeque a visão de negócios e o conhecimento, mas principalmente em meio à aparente calmaria e à rotina desgastante que só aumenta a distância de cada um para seus sonhos.
Não é apenas em momentos críticos - como ao atravessar uma crise política e econômica cruel - que o indivíduo deve procurar se reinventar, defende Souza. Pelo contrário, com o estilo que o consagrou, mesclando relatos de pessoas e cases de empresas vencedoras em sua argumentação, o autor afirma que todos podem ter uma segunda chance a qualquer momento, basta que criem as condições para isso. "A maioria das pessoas repete automaticamente a mesma fórmula, como se a jornada fosse uma só; como se a existência se resumisse a um único ato, marcado por um roteiro rígido que nos leva a insistir em atitudes padrão para não corrermos o risco de cometer novos erros", escreve ele. "O fato, porém, é que podemos ter mais de uma chance no trabalho, no amor, na escola, na família, na saúde, na qualidade de vida, na realização financeira e na cidadania. Cada um de nós pode ter tantas 'vidas' quantas estiver disposto a viver."
Você merece uma segunda chance; César Souza; Editora Best Business/Grupo Editorial Record; 176 páginas; R$ 29,90

Marketing

No princípio, o marketing foi orientado ao produto (1.0). Depois, começou a focar no consumidor (2.0). Mais recentemente, ele esteve centrado no ser humano (3.0), com as empresas adotando e refletindo valores humanos em seus produtos, serviços e cultura corporativa para ter sucesso. Agora, estamos entrando na era do marketing 4.0, com a transformadora passagem do marketing tradicional para o digital.
A transformação do setor é apresentada no novo livro de Philip Kotler, uma das maiores autoridades do setor, que já foi considerado o quarto maior guru de negócios do mundo pela Financial Times e ajudou a moldar a trajetória de gigantes como General Motors, Ford, Motorola e Nike. Ao lado de Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, Kotler mostra não só como a conectividade alterou de forma radical o modo como vivemos, mas como entender os caminhos do consumidor na era digital e adotar um conjunto novo de métricas e práticas de marketing.
Para alcançar o sucesso em um ambiente tão mutável e competitivo, o marketing deve guiar o consumidor ao longo de uma jornada que começa na apresentação e assimilação da marca e termina na fidelização total, defendem os autores. A obra aponta como tendência o investimento nas "subculturas digitais mais ativas na defesa da marca" - jovens, mulheres e netizens (cidadãos da internet) - e a complementação do on-line com o off-line para envolvimento mais profundo.
Marketing 4.0; Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan; Editora Sextante; 208 páginas; R$ 49,90 (pré-venda)
 

Tecnologia

Em 2008, um engenheiro da Google sugeriu a executivos da empresa que ela fizesse pesquisas para desenvolver carros autônomos - algo que está cada vez mais próximo de entrar no mercado, considerando os testes avançados e a entrada de novas companhias na disputa. Enquanto isso, mais de 3,6 milhões de pessoas, apenas nos Estados Unidos, trabalham como motoristas. Não é lógico imaginar que eles perderão essa fonte de renda nos próximos anos?
É nisso que aposta Federico Pistono, escritor, empreendedor e futurista formado na Singularity University, nessa e em outras áreas, como contabilidade, lojas de varejo, fábricas, jornalismo e tradução. Robôs serão mais baratos, trabalharão 24 horas por dia e errarão muito menos que pessoas de carne e osso, o que torna inevitável a substituição, em sua visão.
O que fazer, então, para não tornar-se obsoleto e evitar o desemprego em massa? Muito além da criação de impostos sobre tecnologia, regulamentação e reformas educacionais, Pistono acredita que a solução está em reavaliar totalmente o modo como encaramos a vida, questionando a real necessidade de atividades que a sociedade desempenha. "O trabalho compulsório para sobreviver é um obstáculo que nos impede expressar nosso potencial intelectual e cognitivo", defende. No fim das contas, a experiência pode ser a maior oportunidade da história.
Os robôs vão roubar seu trabalho, mas tudo bem; Federico Pistono; Editora Portfolio/Penguin; 248 páginas, R$ 49,90 (pré-venda)
 
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