Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 06 de junho de 2017. Atualizado às 17h09.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

operação lava jato

Alterada em 06/06 às 17h12min

Fachin levará a plenário pedido para trocar relator da delação da JBS

Agência O Globo
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu levar ao plenário da corte um dos pedidos para trocar a relatoria do processo que trata da delação de executivos do frigorífico JBS. A ação foi apresentada pelo governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB).
A delação da JBS surgiu a partir da Operação Lava-Jato, relatada por Fachin no STF. Mas parte dos investigados alega problemas no acordo como forma de tentar anular ou suspender a delação.
Essa é a segunda ação apresentada por Azambuja para tentar suspender ou atrasar o acordo de delação da JBS. Na primeira ação, não houve nenhuma decisão ou despacho ainda. A Lava-Jato diz respeito principalmente a irregularidades na Petrobras, tema que não faz parte da delação da JBS.
O governador do Mato Grosso do Sul é citado junto com seu antecessor André Puccinelli (PMDB) como beneficiário de pagamentos de R$ 150 milhões entre 2007 e 2016. Seria uma contrapartida a benefícios fiscais recebidos pelo grupo empresarial.
Nesta terça-feira, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira habeas corpus ao ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso desde o último sábado por ordem do relator da Lava-Jato, ministro Edson Fachin. A defesa argumentou que Rocha Loures foi vítima de uma "cilada" armada pelo dono da JBS, Joesley Batista. Ainda segundo os advogados, as gravações que embasaram o pedido de prisão devem ser anuladas, porque foram "ardilosamente obtidas".
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia