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Porto Alegre, segunda-feira, 19 de junho de 2017. Atualizado às 11h41.

Jornal do Comércio

Internacional

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Portugal

19/06/2017 - 11h39min. Alterada em 19/06 às 11h43min

Portugal identifica 24 das 62 vítimas de incêndio florestal

Até agora, são pelo menos 62 mortos, outros 62 feridos e 150 desabrigados em Pedrógão Grande

Até agora, são pelo menos 62 mortos, outros 62 feridos e 150 desabrigados em Pedrógão Grande


PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP/JC
Folhapress
A ministra da Administração Interna de Portugal, Constança Urbano de Sousa, afirmou nesta segunda-feira (19) que 24 das 62 vítimas do incêndio florestal que atingiu o centro do país foram identificadas. De acordo com a ministra, não há estrangeiros entre os identificados até aqui.
Segundo o jornal português "Jornal de Notícias", uma criança de quatro anos e seu tio foram as primeiras vítimas a serem reconhecidas. O menino Rodrigo Rosário passava férias na casa de Sidel Belchior, 37, quando foi surpreendido pelo incêndio que atingia Pedrógão Grande, na região de Leiria, no centro de Portugal. Ao tentarem fugir, o carro em que eles estavam se envolveu em um acidente com outro veículo em Nodeirinho. Rodrigo e Sidel chegaram a sair do carro, mas foram cercados pelas chamas. Os pais de Rodrigo estavam de lua de mel em Cabo Verde no momento da tragédia.
O incêndio que atinge a região central de Portugal ainda não está controlado. Atualmente, há vários focos de incêndio no país, que vive um momento de poucas chuvas e altas temperaturas. Segundo as autoridades do país, cerca de 2.000 pessoas trabalhavam na manhã desta segunda no combate aos incêndios. O balanço das perdas ainda não está fechado. Até agora, são pelo menos 62 mortos, outros 62 feridos e 150 desabrigados. 
Números que, segundo o próprio primeiro-ministro português, António Costa, devem aumentar à medida que os bombeiros e as autoridades policiais forem conseguindo chegar às áreas atingidas, muitas delas de difícil acesso.
Das vítimas das chamas, 47 estavam na rodovia nacional 236, que ganhou a alcunha de "estrada da morte" entre os portugueses. As pessoas acabaram encurraladas pelas chamas e sucumbiram em um trecho de cerca de 500 metros da via.
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