Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 08 de junho de 2017. Atualizado às 00h24.

Jornal do Comércio

Geral

CORRIGIR

assistência social

Notícia da edição impressa de 08/06/2017. Alterada em 07/06 às 21h10min

'Querem construir uma imagem negativa do conselho'

O conselho é formado de forma paritária por integrantes do governo municipal e da sociedade civil. Cinco membros de secretarias da Capital não compareceram ao último encontro, que aprovaria a liberação; se três tivessem estado presentes, haveria quórum, garante Rosário. "Querem construir uma imagem negativa do conselho", critica Angela Maria Aguiar da Silva, integrante do Cmas. "Falta clareza nas informações apresentadas pela prefeitura. O conselho é aberto, queremos ser respeitados por essa gestão".
Joel Lovatto, vice-presidente da Fasc, adota um tom cauteloso ao falar da situação. "Independentemente de a quem atribuir (o atraso), buscamos conciliação. Tentamos chegar a um entendimento com conselhos e movimentos sociais, que são fundamentais em todos os lugares. Entendemos o processo. Por isso tentamos costurar isso para chegar a um denominador comum."
Segundo ele, os envolvidos com a questão ficam "angustiados para fazer a coisa funcionar", o que acaba acirrando os ânimos. "Entramos em fevereiro com uma série de problemas de pagamento de contratos, e isso traz dificuldade de gestão. Se um Cras não está atendendo, isso é um problema. Automaticamente, os movimentos e o conselho reivindicam, querem saber. É o papel deles", acentua Lovatto.
 
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia