Nanofranquia vira opção em meio à crise do País

A palavra nano já anuncia: trata-se de algo muito pequeno. A nanofranquia, portanto, é o modelo com o menor investimento para abrir um negócio no segmento. Conversamos com o CEO da Flyworld Viagens, Paulo Atencia, que tem opções de abertura de uma empresa da marca a partir de R$ 15,5 mil, para nos explicar mais sobre o assunto. Com esse formato (que não exige loja física), é possível obter lucro de até R$ 5 mil por mês.
GeraçãoE - Que desafios o Brasil enfrenta no setor de nanofranquias?
Paulo Atencia - O desafio é o mesmo que em outros setores: crescimento econômico menor e economia instável. Porém o setor de nanofranquias ainda é uma boa opção, principalmente pelo baixo investimento e pela possibilidade de ser dono do próprio negocio. É na crise que se cresce.
GE - Que perfil o franqueado deve ter?
Paulo - Possuir espírito empreendedor, ser dinâmico, com atitude proativa e elevado nível de comprometimento, possuir ampla capacidade de gestão do negócio, networking, ter ética e idoneidade, gostar de viajar e possuir afinidade com turismo. Mas não é obrigatória experiência no setor do turismo.
GE - Por que a Flyworld apostou no modelo de nanofranquias?
Paulo - É um modelo que, mesmo com a crise econômica, continua crescendo, já que tem um investimento de baixo custo, que o empreendedor recupera mais rápido.
GE - Quantos franqueados vocês já têm? E no Rio Grande do Sul?
Paulo - São 47 franquias no Brasil, uma delas em Santa Rosa.
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