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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de junho de 2017. Atualizado às 17h56.

Jornal do Comércio

Esportes

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Copa das Confederações

29/06/2017 - 17h48min. Alterada em 29/06 às 17h59min

Jovem meia brilha, Alemanha goleia México e vai à final da Copa das Confederações

Goretzka (C) fez os primeiros gols que deixariam seu time em posição confortável na partida

Goretzka (C) fez os primeiros gols que deixariam seu time em posição confortável na partida


ALEXANDER NEMENOV/AFP/JC
O novo compressor alemão na Rússia atende pelo nome de Goretzka. Em menos de 10 minutos, o meio-campista acabou com a graça dos mexicanos na semifinal da Copa das Confederações, disputada em Sochi, e credenciou a Alemanha para a final contra o Chile, domingo, em São Petersburgo. Seu time ganhou por 4 a 1. Em duas arrancadas com bons passes e tramas perfeitas, Goretzka fez os primeiros gols que deixariam seu time em posição confortável na partida. Eles foram marcados aos 5 e 7 minutos.
Goretzka é um destes meninos levados para a Rússia para ganhar experiência em jogos oficiais da seleção adulta. No caso dele, nem precisava tanto. Aos 22 anos, o meia do Schalke 04 veste a camisa nacional desde o sub-16, passando por categorias superiores até cair nas mãos do treinador campeão do mundo. Ele nunca jogou por times fora da Alemanha. Goretzka conhece o Brasil. Ele estava na equipe que perdeu a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016 para a seleção de Neymar.
Contra México, nesta quinta-feira, ele fez o que foi preparado para fazer desde as bases. Em duas avançadas rápidas da Alemanha, não hesitou em mandar para as redes, destruindo o esquema do técnico Osório, que, na véspera, tentava jogar a responsabilidade para o elenco europeu mesmo a despeito de o grupo na Rússia ter idade média de 24 anos apenas e ocupar lugar de boa parte dos titulares que está de férias. Löw queria rodar mais seus meninos. Se foi um teste, todos eles foram aprovados. A Alemanha chega à final como favorita.
Os alemães deram uma aula de posicionamento e movimentação. E de como destruir seu oponente em minutos. O México marcou mal, mas sempre foi arisco no ataque, rodando a bola e tentando furar o goleiro Ter Stegen. No primeiro tempo, os mexicanos ficaram com a bola durante 61% da disputa. Chicharito Hernández perdeu gol feito. Poderia ter mudado a história do confronto, ou diminuído a dor da surra. A bola rondou a área dos alemães nem sempre a ponto de assustá-los. Com a boa vantagem, o time europeu diminuiu o ritmo.
O segundo tempo foi uma repetição do primeiro. Em uma nova trama, com tabelinha dentro da área, Werner fez o terceiro da Alemanha, aos 13, arrancando aplausos de Löw e seus auxiliares. Os mexicanos continuaram ariscos, acertaram o travessão com Jimenez, ficaram com a bola e nunca se entregaram. Foram valentes. A premiação veio no gol de Fabian, num belo chute de longe. Pena que não demorou para os alemães, com Younes, aumentarem a contagem para 4 a 1. O México disputa agora o terceiro lugar com Portugal, domingo, em Moscou.
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