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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de junho de 2017. Atualizado às 17h44.

Jornal do Comércio

Esportes

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copa das confederações

22/06/2017 - 17h38min. Alterada em 22/06 às 17h45min

Sánchez bate recorde, mas Chile e Alemanha só empatam em jogo morno na Rússia

Atacante se isolou como maior artilheiro da história de sua seleção, com 38 gols

Atacante se isolou como maior artilheiro da história de sua seleção, com 38 gols


FRANCK FIFE/AFP/JC
Alemanha e Chile fizeram um jogo morno nesta quinta-feira, em Kazan, e ficaram no empate por 1 a 1 que os favorece na luta pela classificação às semifinais da Copa das Confederações. Se o nível do confronto foi bem abaixo do esperado, principalmente no segundo tempo, deixou ambas seleções precisando de apenas um ponto na última rodada para confirmar vaga na próxima fase.
O resultado deixou Alemanha e Chile na liderança do Grupo A, com quatro pontos ambas, à frente de Camarões e Austrália, que também empataram nesta quinta e somaram seus primeiros pontos na competição. Assim, alemães e chilenos estarão nas semifinais até se ficarem na igualdade com camaroneses e australianos, respectivamente, no domingo.
Em um duelo pouco inspirado, a Alemanha ficou com a posse de bola e sofreu com a marcação por pressão do Chile, principalmente no primeiro tempo, quando os sul-americanos aproveitaram bobeada na saída do rival para abrir o placar. O empate veio em um raro contra-ataque cedido pelos chilenos, que Stindl finalizou para a rede, ainda na etapa inicial.
Um dos poucos destaques da partida ficou por conta de Alexis Sánchez, melhor em campo e responsável pelas principais chegadas do Chile, mas que cansou no segundo tempo. Mesmo assim, com o gol marcado, o atacante se isolou como maior artilheiro da história de sua seleção, com 38 gols, ultrapassando Marcelo Salas, com 37.
Empurrado por sua torcida, que compareceu na arena em Kazan, o Chile foi para cima no início com a clara proposta de apertar a saída de jogo adversária. Deu certo logo aos cinco minutos, quando saiu o primeiro gol. Mustafi tocou mal e Vidal desviou. Sánchez ficou com a sobra, tabelou com o jogador do Bayern e finalizou de bico, no canto direito do goleiro.
A Alemanha resolveu devolver na mesma moeda e também criou boa oportunidade apertando a saída rival, apenas dois minutos depois. Desta vez, foi Medel quem errou próximo ao meio de campo, Draxler roubou, avançou e bateu de fora da área, com perigo.
Mas o ritmo frenético não duraria muito. Dona da posse de bola, a Alemanha era pouco agressiva e não conseguia furar o bloqueio adversário. Já o Chile era mais agudo quando tinha a bola. E foi assim que quase marcou o segundo aos 18 minutos. Vargas ficou com a sobra após Vidal perder a bola e arriscou, no travessão.
Bastou um descuido da marcação chilena, no entanto, para a Alemanha ter o espaço necessário para construir o empate. Emre Can arrancou com liberdade pelo meio e deu passe perfeito na esquerda para Hector. O ala chegou batendo para o meio, onde Stindl apareceu para marcar.
Com Vargas e Vidal pouco operantes, o Chile dependia de Sánchez para criar. Aos 45, o atacante fez ótima jogada individual e bateu firme, exigindo boa defesa de Ter Stegen. No segundo tempo, ele voltou a levar perigo em cobrança de falta, que passou rente à trave do goleiro alemão.
Talvez pela pressão aplicada no primeiro tempo, o Chile mostrou desgaste na etapa final e recuou, enquanto a Alemanha ampliou a posse de bola, mas seguiu com dificuldade para criar. As duas equipes também pareciam confortáveis com o empate, que as deixava próximas da vaga.
Aos 28, Stindl tentou em boa jogada pela direita e Johnny Herrera se complicou, mas defendeu. A Alemanha ainda tentou em raras estocadas com lançamentos e viu Ginter levar certo perigo após cobrança de falta, mas o segundo tempo ficou muito abaixo do esperado para um confronto entre seleções deste porte.
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