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Porto Alegre, terça-feira, 13 de junho de 2017. Atualizado às 09h16.

Jornal do Comércio

Esportes

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amistoso

Alterada em 13/06 às 09h18min

Em dia de testes, seleção faz gol relâmpago e goleia Austrália em Melbourne

Time do Brasil dominou a anfitriã com facilidade e goleou por 4 a 0

Time do Brasil dominou a anfitriã com facilidade e goleou por 4 a 0


SAEED KHAN/AFP/JC
A seleção brasileira só precisou de dez segundos nesta terça-feira (13) para deixar para trás a primeira derrota sofrida sob o comando de Tite, na semana passada. Jogando no mesmo Melbourne Cricket Ground, o time do Brasil dominou a anfitriã Austrália com facilidade, mesmo contando com diversas novidades na equipe, e goleou por 4 a 0, com direito a um gol relâmpago.
Em comparação ao duelo contra os argentinos, a seleção sofreu oito mudanças na escalação. Diego Souza e Taison foram os que aproveitaram mais a oportunidade. O jogador do Sport marcou duas vezes, incluindo o gol relâmpago. E o atacante do Shakhtar Donetsk deixou sua marca logo após entrar em campo. Thiago Silva marcou o outro gol brasileiro.
Além do zagueiro, o meia Philippe Coutinho e o volante Paulinho foram os únicos titulares de sexta-feira que foram mantidos na equipe nesta terça. Coutinho foi quem teve o desempenho mais discreto. Ele viu a seleção evoluir rapidamente no setor ofensivo nos últimos 25 minutos da partida, quando foi substituído por Willian.
Efetivo no ataque, o Brasil praticamente não levou sustos na defesa, diante de um público inferior ao jogo com a Argentina - foi quase metade dos 95 mil presentes na sexta. Diego Alves mal tocou na bola, bem protegido por Thiago Silva e Rodrigo Caio. David Luiz completou o setor defensivo ao atuar como volante, logo à frente dos zagueiros.
Vestindo azul, a seleção espantou qualquer chance de pressão, em razão da primeira derrota de Tite, com um gol relâmpago. Logo após o apito inicial, Giuliano roubou a bola da defesa australiana, investiu pelo meio e acionou Diego Souza, que entrou na área e bateu na saída do goleiro Langerak, aos 10 segundos de jogo. Foi um dos gols mais rápidos da história da seleção brasileira.
A vantagem precoce no placar acabou com qualquer ansiedade da equipe e deu tempo para o desfigurado meio-campo brasileiro se encontrar em campo. Testado como volante, como já fizera no Chelsea, David Luiz formava trio com Paulinho e Philippe Coutinho. Paulinho se infiltrava pela direita e Coutinho, mais contido, se concentrava na armação.
Mais à frente, Giuliano atuava mais centralizado, enquanto Diego Souza tentava fazer as funções de Gabriel Jesus, machucado. Douglas Costa, apagado durante quase todo o jogo, pouco apareceu na etapa inicial. E, no segundo tempo, mancava em campo.
Com esta formação, a seleção pouco assustou o goleiro Langerak no primeiro tempo. Depois do gol surpreendente, o time de Tite só criou duas chances de perigo. Aos 28, Diego Souza mandou para as redes, mas a arbitragem já assinalava o impedimento. Cinco minutos depois, Paulinho desperdiçou boa chance, em conclusão de trama armada pela esquerda com Diego Souza e Douglas Costa.
Do outro lado, a Austrália até tentava ameaçar algum dano à defesa brasileira. A partir dos 10 minutos, passou a marcar no campo de ataque. Porém, Thiago Silva e Rodrigo Caio não tiveram dificuldades para saírem jogando. O goleiro Diego Alves não foi acionado em nenhum momento da etapa inicial.
Com time já recheado de novidades, Tite preferiu não fazer mudanças para o segundo tempo. Só trocou Douglas Costa por Taison nos primeiros minutos porque o jogador do Bayern de Munique estava lesionado.
A troca não mudou a dificuldade da seleção em penetrar na defesa australiana. Os donos da casa, na segunda etapa, praticamente abdicaram de atacar e se concentraram na marcação, que era considerável no primeiro tempo.
Assim, o time brasileiro precisou da bola parada para buscar o segundo gol. Aos 16, Coutinho cobrou escanteio, David Luiz desviou de cabeça na primeira trave. A bola acertou o travessão. No rebote, Rodrigo Caio escorou na pequena área e Thiago Silva enfim cabeceou para as redes.
Então emperrado, o meio-campo brasileiro começou a funcionar a partir dos 25, quando Tite trocou Coutinho por Willian. O meia do Chelsea deu maior mobilidade ao setor ofensivo, que passou a fluir melhor. E as jogadas de perigo se tornaram frequentes. Aos 28, Taison recebeu pela esquerda, cara a cara com o goleiro, mas desperdiçou a oportunidade.
Menos de um minuto depois, Willian fez jogada pela direita e iniciou tabela que Paulinho finalizou com o mesmo Taison, se redimindo pela chance perdida anteriormente: 3 a 0. Para selar o placar, o mesmo Willian cobrou escanteio na área e Diego Souza subiu bem para cabecear para as redes, aos 47 minutos.
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