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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de junho de 2017. Atualizado às 22h56.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 30/06/2017. Alterada em 29/06 às 21h19min

Ibovespa avança 0,36% com ajuda de commodities

O mercado acionário doméstico enfrentou um vaivém de oscilações nesta quinta-feira, navegando ao sabor de influências nacionais e internacionais. Depois de alternar altas e baixas ao longo de todo o dia, o Índice Bovespa fechou com ganho de 0,36%, aos 62.238 pontos. O volume de negócios na sessão totalizou R$ 6,090 bilhões.
A alta do Ibovespa foi garantida pelas blue chips ligadas a commodities, que acompanharam o avanço dos preços dos insumos no mercado internacional. A valorização dos materiais básicos refletiu sinais de diminuição da produção de petróleo nos Estados Unidos e a perspectiva de maior demanda por minério de ferro na China. No mercado à vista chinês, o minério subiu 3,82%, a US$ 64,71. Com isso, Vale ON e PNA subiram 0,38% e 0,49%, respectivamente. Petrobras ON e PN, por sua vez, ganharam 1,01% e 0,83%.
As quedas estiveram bastante concentradas no setor elétrico, comandado por Eletrobras PNB (-4,71%) e Eletrobras ON (-4,27%), as duas maiores baixas do Ibovespa. A queda foi atribuída a uma realização de lucros recentes, que influenciou outros papéis do setor, como Cemig PN (-2,18%) e Copel PNB (-0,70%). O setor bancário voltou a apresentar desempenho essencialmente positivo, embora sem mostrar entusiasmo do investidor.
Com o resultado desta quinta-feira, o Ibovespa passa a contabilizar alta de 1,89% no acumulado da semana e baixa de 0,75% em junho. O saldo dos investimentos estrangeiros no mercado de ações estava negativo em R$ 1,465 bilhão no mês, até o dia 27.
Um alerta em relação à economia foi adicionado ao já conturbado cenário político e fez o dólar fechar em alta ante o real, após renovar diversas máximas ao longo da tarde. O motivo para isso veio depois que o Governo Central anunciou o pior déficit primário da história para o mês de maio, o que gerou ainda mais preocupação em relação à necessidade de aprovação da reforma da Previdência, além da grande possibilidade de aumento de impostos, o que poderá pesar ainda mais sobre a economia. Além disso, movimento técnico para a formação da Ptax no fim do mês também contribuiu para o movimento, assim como fatores externos.
No mercado à vista, o dólar terminou em alta de 0,65%, aos R$ 3,3045. O giro financeiro registrado somou US$ 2,38 bilhões. No mercado futuro, o dólar para julho subiu 0,72%, aos R$ 3,3065. O volume financeiro movimentado somou US$ 17,51 bilhões.
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