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Porto Alegre, segunda-feira, 26 de junho de 2017. Atualizado às 23h25.

Jornal do Comércio

Economia

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consumo

Notícia da edição impressa de 27/06/2017. Alterada em 26/06 às 21h03min

Confiança do Consumidor cai 1,9 ponto em junho ante maio, diz FGV

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 1,9 ponto em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou a Sondagem do Consumidor. Com o resultado, o ICC devolveu a alta verificada em maio ante abril.
A nota divulgada pela FGV diz que a "piora da confiança pode ser reflexo do aumento da incerteza política após 17 de maio", quando foi revelado o acordo de delação premiada de executivos do frigorífico JBS, que envolve o presidente Michel Temer.
"A piora das expectativas em junho foi fortemente influenciada pelo aumento da incerteza após os eventos de maio e dos riscos de que estes possam impactar negativamente a economia. A sondagem apurou piora das expectativas para o emprego e para as finanças familiares, que, como em um efeito cascata, também reduzem o ímpeto para compras de bens duráveis nos próximos meses", diz a nota divulgada há pouco.
Segundo a FGV, tanto as percepções em relação à situação atual quanto as expectativas apresentaram resultados inferiores ao mês anterior. O Índice da Situação Atual (ISA) registrou sua terceira queda consecutiva, ao passar de 70,5 para 70,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE), que havia se recuperado em maio, recuou 2,9 pontos, para 91,7 pontos.
O indicador que mede as perspectivas em relação à situação financeira das famílias foi o que mais influenciou na queda do ICC em junho, com queda de 5,6 pontos em relação ao mês anterior, para 89,9 pontos.
"A piora das expectativas sobre a economia, em razão da instabilidade política, juntamente com a dificuldade de recuperação do mercado de trabalho são fatores que parecem estar contribuindo negativamente na hora de os consumidores pensarem em sua situação financeira familiar, fazendo com que as expectativas sobre as finanças familiares e o consumo de bens duráveis tenham se apresentado muito instáveis nos últimos meses", diz a nota da FGV.
 
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