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Porto Alegre, quarta-feira, 21 de junho de 2017. Atualizado às 15h00.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 21/06 às 15h02min

Bolsas da Europa caem majoritariamente com bancos e queda do petróleo

Os mercados acionários europeus fecharam majoritariamente em baixa nesta quarta-feira (21) influenciados pela queda nos preços do petróleo, por uma baixa em ações de instituições financeiras e pela saída do ministro de Justiça da França, François Bayrou, do governo de Emmanuel Macron.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,71%, a 388,50 pontos.
Em um dia com agenda de indicadores esvaziada, o mau humor predominou nos mercados, acompanhando um movimento de queda nos preços do petróleo durante boa parte da manhã. Mesmo ensaiando uma recuperação após a divulgação do relatório semanal de estoques do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, os contratos futuros de petróleo acabaram se firmando em queda após relatos de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) não irá aumentar os cortes na produção, como havia sido dito anteriormente pelo Irã.
O foco dos negócios também esteve no discurso da rainha Elizabeth II, que marcou a abertura oficial da nova composição do Parlamento britânico, após as eleições gerais de 8 de junho, em que o Partido Conservador, da primeira-ministra Theresa May, perdeu a maioria absoluta.
Com isso, em Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,33%, aos 7.447,79 pontos, com a BP em baixa de 0,77% e a Royal Dutch Shell perdendo 1,24%. O setor financeiro também operou no vermelho na praça londrina, ainda influenciado pela fala do presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Mark Carney, que afastou a possibilidade de um aperto monetário no Reino Unido. Com isso, o Barclays se desvalorizou 1,31% e o HSBC cedeu 0,13%.
O índice CAC-40, da bolsa de Paris, perdeu 0,37%, aos 5.274,26 pontos, reagindo ao pedido de demissão do ministro da Justiça, François Bayrou, após acusações de corrupção envolvendo assessores do Movimento Democrático (MoDem) no Parlamento Europeu. Entre os bancos, o Crédit Agricole caiu 0,14% e o Société Générale cede 0,81%.
Em Frankfurt, o índice DAX apresentou um recuo de 0,32%, aos 12.774,26 pontos, com os bancos também entre as perdas do dia: o Commerzbank caiu 0,69% e o Deutsche Bank baixou 0,13%. Na Alemanha, há uma expectativa para a divulgação da leitura preliminar de junho do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto, que sai na próxima sexta-feira.
Milão destoou das outras praças, com o índice FTSE-MIB fechando em alta de 1,26%, após o Intesa Sanpaolo dizer que está disposto a comprar parte dos negócios do Popolare di Vicenza e do Veneto Banca. Com isso, o Intesa Sanpaolo subiu 2,45% e puxou outras instituições financeiras, como o Banco BPM (+2,35%) e o Unicredit (+3,59%).
O índice Ibex-35 da bolsa de Madri recuou 0,05%, aos 10.740,70 pontos. Já em Lisboa, o índice PSI-20 teve baixa de 0,49%, aos 5.271,90 pontos.
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