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Porto Alegre, quarta-feira, 21 de junho de 2017. Atualizado às 08h21.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 21/06 às 08h25min

Bolsas da Ásia fecham sem sinal único, mas mercados da China avançam

As bolsas da Ásia fecharam sem sinal único nesta quarta-feira, com várias delas em baixa por causa da fraqueza do setor de energia. Em Tóquio, a valorização do iene provocou uma queda do índice Nikkei, mas os mercados da China avançaram, após o índice de mercados emergentes MSCI anunciar a inclusão de ações listadas em Xangai e Shenzhen, ou ações A, em seus principais índices.
Na China, o Xangai Composto fechou em alta de 0,52%, em 3.156,21 pontos, terminando o pregão em seu maior nível em quase duas semanas, e o Shenzhen Composto teve ganho de 0,43%, para 1.973,92 pontos.
Em Taiwan, o índice Taiex fechou com ganho de 0,24%, em 10.349,72 pontos, novo fechamento recorde em 27 anos. Em Hong Kong, por outro lado, o índice Hang Seng teve queda de 0,57%, a 25.964,58 pontos.
Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei caiu 0,45%, para 20.138,79 pontos. A valorização do iene durante o pregão afetou o resultado do mercado japonês, já que isso pressiona as ações das companhias exportadoras locais.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em baixa de 0,49%, em 2.357,53 pontos, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que os esforços da China para conter a Coreia do Norte não estão funcionando, o que poderia sugerir uma posição mais dura de Washington em relação às tensões na Península Coreana, segundo analistas. Nas Filipinas, o índice PSEi fechou em queda de 0,40%, em 7.886,37 pontos, na Bolsa de Manila.
Na Oceania, na Austrália o índice S&P/ASX 200 fechou em queda de 1,59%, em 5.665,72 pontos, perto da mínima do dia. A fraqueza do setor de energia legou a bolsa australiana a registrar sua maior queda diária neste ano nesta quarta-feira, com ações de mineradoras, de petroleiras e também de bancos pressionadas.
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