Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 19 de junho de 2017. Atualizado às 17h31.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 19/06 às 17h34min

Petróleo fecha em queda e reverte movimento de recuperação

Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda nesta segunda-feira, revertendo o movimento de recuperação visto mais cedo na sessão, em meio a preocupações com o excesso de oferta global da commodity.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho fechou em queda de US$ 0,54 (-1,20%), a US$ 44,20 por barril, no menor nível de fechamento em sete meses. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo tipo Brent para agosto recuou US$ 0,46 (-0,97%), a US$ 46,91 o barril.
Embora tenham operado com volatilidade durante a manhã, na maior parte do tempo em alta, os investidores seguem focados na perspectiva de mais oferta de petróleo. O relatório semanal da Baker Hughes, divulgado na sexta-feira, mostrou uma nova alta no número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos Estados Unidos, sendo a 22ª elevação consecutiva.
O excesso de oferta da commodity tem pressionado os preços há quase três anos, mesmo após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decidir cortar sua oferta para tentar equilibrar o mercado.
Os participantes do mercado também estão atentos ao aumento esperado da produção de petróleo líbio e nigeriano. Dados recentes sugerem que os dois países poderiam somar 250 mil barris por dia, aumentando o nível de produção da Opep em junho, de acordo com a PVM Oil. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia